segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

4º Domingo do Tempo comum A

4º Domingo do Tempo comum A

1.                   Informações básicas
- Abertura do Sermão da montanha, da missão de Jesus.
- Oração – adorar a Deus e amar as pessoas.
- 1ª Leitura Sf 2,3;3,12-13, Sl 145, 1 Cor 1,26-31, M 5, 1-12a


2. Esquemas

1º Esquema
Bem-aventurados os pobre em espírito, aqueles que são verdadeiramente pobres, que sabem-se necessitados de Deus e amam as pessoas, esses sim podem buscar a Deus como ouvimos do profeta sofonias, porque somente aquele que sabe-se totalmente pobre, sabe-se totalmente dependente pode ser aquele que adora, aquele que busca a Deus. Isto é sabedoria divina, a sabedoria da cruz, que faz com que nos identifiquemos com o Cruficicado que se entregou para a salvação de todos, e com o mesmo coração de Deus, coração de pobre, aí poderemos como Deus fazer justiça aos oprimidos.

2º Esquema
O novo Moisés sobe ao monte para dar a lei, e a lei é que bem aventurado os porbres em espírito, os aflitos que esperam em Deus a consolação, seja como o profeta Sofonias que contempla a iniqüidade das pessoas e se sente impotente diante disso, ou a aflição de todos aqueles que querem justiça numa sociedade extremamente injusta hoje, seja lá ou seja hoje, temos esperança que Deus intervem e queremos a partir de nossa fraqueza, de nossa pequenez como diz São Paulo ser instrumento da graça de Deus para que essa justiça comece a atuar aqui, no dia de hoje, e vendo os órfãos e as viúvas, sabemos que sempre, Deus cuida do fraco, e sua Providência vai triundar, no Reino de Deus.

3º Esquema
Bem aventurado os puros de coração, aqueles que tem um coração uno em Deus, porque entendendo a própria pobreza não colocam na carne a esperança, mas vêem o ser humano algo mais de comércio, sabem ver que o ser humano é precioso diante de Deus, e luta para que esse ser humano seja defendido de mentiras que o querem instrumentalizar. E na esperança de que um dia, mesmo sendo “um punhado de homens humildes e pobres”, mas felizes porque são amados pelo que são e não pelo que aparentam ou tem, aí o Reino de Deus acontecerá, porque todos, sem exceção se gloriarão no Senhor, a única glória será Deus. Nesse ponto a adoração a Deus tranformará o amor humano, e este será pleno, Ó Sião o teu Deus reinará, por todos os séculos.

4º esquema
Bem-aventurados sois vós quando vos perseguirem, por causa de mim, o pobre que tem sua única riqueza em Deus, aponta para esse mesmo Deus, com palavras bonitas? Com sabedoria do mundo? Não, mas com a própria vida. Mártires são pobres, testemunhas são pobres, e isto incomoda aqueles que absolutizam aquilo que é desta terra, e assim a perseguição virá com certeza. Mas a confiança de Sofonias queremos ter, que no final Deus vai vencer, com homens humildes e pobres, homens limitados e que tem consciência disso, São Paulo não foi diferente, pregando à orgulhosa Corinto de seus dons, ele prefere anunciar que Deus escolhe o que é fraco para confundir o que é forte, ele mesmo foi um exemplo disso, que assumamos nossa orfandade e viuvez, para que o Senhor liberte a nós os cativos e perseguidos do tempo presente.

5º esquema

Bem aventurado os que promovem a paz, porque serão chamados filhos de Deus. Paz não é passividade, mas proclamar que a justiça entre os homens tem uma finalidade fazer com que todos se amem, como na oração inicial, e quem pode fazer com que isto aconteça é Deus. Seremos filhos de Deus sim, porque sabemos que através de nós a graça de Deus age promovendo a paz entre os homens. Somente com desejos, não, mas com atos concretos, com ações que mostrem que Deus age no meio dos seres humanos, das pequenas até as grandes ações. Mas por outros lado, sozinhos nada podemos, ou sabemo-nos filhos de Deus em potência, os portadores do crucificado, que morreu pobre, ou não conseguiremos promover a paz e principalmente mantê-la. O Senhor é fiel para sempre, e sempre olhará para o pobre, mas não esqueçamos que no final ´Deus vencerá, e paz, que o príncipe da paz que foi crucificado e ressuscitou, triunfará no Reino de Deus na Eternidade.  

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