domingo, 4 de setembro de 2016

26º Domingo do Tempo Comum C

26º Domingo do Tempo Comum C

1. Informações básicas
-  Destino dos que dominam os pobres
 - Oração – Deus mostra seu poder no amor e na misericórdia.
- Am 6,1.4-7; Sl 145; 1 Tm 6,11-16; Lc 16,19-31.

Observação exegética – Lázaro (Eleazar) “Deus é meu socorro, auxílio” ou “ a quem Deus socorre”.
- Esta parábola é uma ótima oportunidade para esclarecer sobre vida e morte eternas; e contra pretensões reencarnacionistas. 

1º Esquema
“Manda Lázaro ...” A personalidade avara não consegue ter uma dimensão de gratuidade, mas como na primeira leitura os que são ricos e se prendem aos bens materiais, despreocupadamente se sentem seguros em sua riqueza e não se importam com as dificuldades dos pobres e até os dominam, esse rico, mesmo no inferno quer instrumentalizar o pobre Lázaro para seu auxílio, não mudou o seu pensar, fez de sua decisão uma decisão eterna. Por isso somos convocados a sermos homens e mulheres de Deus que fogem da perversão e procuram a justiça e o amor que louvam a Deus, que ama os pobres, os órfãos, as viúvas e o estrangeiro.

2º esquema
“Há um grande abismo”... Há um grande abismos entre aquele que se prende aos bens terrenos, os idolatra, como na primeira litura preso ao vinho, perfume, não se preocupa com a ruína da casa de José, em sua decisão o rico não importa com o pobre e se fecha em si mesmo, enquanto o pobre que não tendo nada, não tendo nenhum consolo nesta terra se entrega totalmente a Deus, essas decisões terrenas tem conseqüências eternas, o rico é atormentado porque buscou apenas a si mesmo, o pobre é consolado pois teve em Deus a única verdade,  o Deus que dá a vida a todas as coisas, que cada um de nós se une ao Deus que ama o pobre, os despojados, e assim bendigamos a Deus para sempre.

3º esquema
“Eles têm Moisés e os profetas, que os escutem”...Nossas decisões podem nos condenar, por isso a Sagrada Escritura (Moisés e profetas) devem nos guiar para fazer o bem, amar os pobres, e não se apegar a coisas que passam, não é a aparição de um defunto que vai mudar a decisão humana, mas a convicção de que Deus existe, se revelou e que no final a eternidade nos espera, isso vai nos libertando de apegos a perfumes, comida ou bebida, e nos leva a verdadeiramente amar a justiça e a misericórdia, conforme a segunda leitura, para assim bendizer a Deus para sempre.   



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