domingo, 4 de setembro de 2016

30º Domingo do Tempo Comum C

30º Domingo do Tempo Comum C

1. Informações básicas
- Só Deus pode nos tornar justos.
- Oração – aumentai em nós a caridade.
-  Eclo 35,15-17.20-22; Sl 33; 2 Tm 4,6-8.16-18; Lc 18,9-14.


1º Esquema
“... que confiavam na própria justiça e desprezavam os outros”... Só Deus pode nos tornar justos, por isso o erro do fariseu não foi dar graças pelas obras, mas achar que elas provinham de sua própria justiça, não confiou na graça de Deus e ainda desprezou o outro pecador colocando-se acima da raça humana, tornando-se deus, por isso só o humilde, aquele que se sabe pobre e pecador pode verdadeiramente se justificado por Deus, porque como o órfão e a viúva, sabem que a sua única justiça é Deus, assim São Paulo é um bom exemplo, depois de uma caminhada de fé, ficando sozinho, crê perfeitamente que o Senhor esteve sempre a seu lado e o liberta de todo mal, por isso que cada um de nós saiba que somos dependentes de Deus e só o Senhor liberta a vida de seus servos.

2º esquema
“Ó Deus, eu te agradeço porque não sou como os outros homens”... O ser humano na sua arrogância crê que pode salvar a si mesmos, teorias como a reencarnação por exemplo, coloca isso em perspectiva é pelo próprio esforço do homem que ele se salva, somente se salva aquele que como o cobrador de impostos, reconhece-se pecador, esmoler da graça de Deus, somente se salva aquele que confia na graça de Deus, de um Deus que faz justiça aos justos e executa o julgamento, e mesmo como São Paulo, ao estarmos sós no final da nossa caminhada que reconheçamos que tudo é graça de Deus e assim possamos proclamar combati o bom combate, completei a corrida, guardei a fé. Que Deus nos dê a graça de assumirmos que somos pobres e pecadores, e assim saibamos que o pobre clama e Deus escuta.

3º esquema

“...quem se humilha será elevado”... Somente quem sabe-se pobre e pecador permite que a graça de Deus aja e assim pode ser justificado, aquele que se acha justo, que quer apresentar uma conta de suas obras para Deus nunca será justificado porque crê que ele mesmo se salva. A humildade é condição imprescindível para ser salvo, para aprender a rezar, para ter a Deus perto de si. São Paulo no final da vida, fazendo uma retrospectiva, pode assim proclamar que apesar de tanto sofrimento guardou a fé por obra de Deus, porque Deus sempre esteve ao seu lado. Que experimentemos na vida a pobreza evangélica e saibamos que Deus está com o justo e ouve a prece dos humildes. 

29º Domingo do Tempo comum C

29º Domingo do Tempo comum C

1.                  Informações básicas
- Oração persistente
- Oração – A graça de servir a Deus.
- Leituras: Ex 17, 8-13; Sl 120; 2 Tm 3, 14-4,2; Lc 18,1-8.


2. Esquemas

1º Esquema
“Jesus contou aos discípulos uma parábola, para mostrar-lhes a necessidade de rezar sempre e nunca desistir”. A viúva é o ser humano mais desprotegido, não tem mais nada a perder, por isso o juiz injusto tema a sua agressão, pois de um ser humano que sabe-se totalmente indefeso a única coisa que resta é clamar e implorar, assim devemo-nos portar na oração, oração insistência e que não desiste, pois sabemo-nos totalmente dependente de Deus que nos atende. Como também a oração de Moisés, o qual ergue os braços para apontar para Deus. Por isso que nossa oração seja insistente, mas esclarecida pela Sagrada Escritura, para que ao orar saibamos a quem estamos clamando, não a um Juiz iníquo, mas a um Pai que nos educa e do qual sabemos que vem o nosso socorro.

2º Esquema
 “E Deus não fará justiça aos seus escolhidos, que dia e noite gritam por ele?” Escolhidos são aqueles que tem a Deus por Pai, esses como filhos querem pedir e ter o coração uno com seu Deus e Pai, e querem experimentar em suas vidas a salvação que somente pode vir Dele. Filhos que erguem suas mãos para Deus, e a todo o momento em suas vidas tem o coração voltado para Ele, como Moisés, e precisam da ajuda da comunidade para serem verdadeiros homens e mulheres de oração. Assim como Timóteo podem permanecer firmes no Senhor, e qualificados para toda boa obra, sendo discípulos e missionários, testemunhando que é do Senhor que vem o nosso socorro.

3º Esquema

“Mas o Filho do homem, quando vier, será que ainda vai encontrar fé sobre a terra?” A fé, a confiança de que Deus vai nos escutar, é que nos possibilita orar insistentemente e sem qualquer tipo de desistência, a questão que Jesus levanta é será que os seres humanos com a visão de Deus como um juiz iníquo vão ter ainda fé quando Ele retornar, por isso é necessário ter a persistência de Moisés que via a Deus como aquele que tem bondade e misericórdia (cf. Ex 33, 18-20), assim pois Moisés tem fé para interceder pelo povo, pois confia na bondade de Deus para com seu povo, da mesma forma a fé de Paulo que confiantemente aguarda vinda do Senhor ou a de Timóteo, que Deus nos mostre sua verdadeira face e que encontrando N’Ele o nosso socorro hoje possamos ir tranqüilos ao seu encontro na Eternidade. 

1.                  Informações básicas
- Oração persistente
- Oração – A graça de servir a Deus.
- Leituras: Ex 17, 8-13; Sl 120; 2 Tm 3, 14-4,2; Lc 18,1-8.


2. Esquemas

1º Esquema
“Jesus contou aos discípulos uma parábola, para mostrar-lhes a necessidade de rezar sempre e nunca desistir”. A viúva é o ser humano mais desprotegido, não tem mais nada a perder, por isso o juiz injusto tema a sua agressão, pois de um ser humano que sabe-se totalmente indefeso a única coisa que resta é clamar e implorar, assim devemo-nos portar na oração, oração insistência e que não desiste, pois sabemo-nos totalmente dependente de Deus que nos atende. Como também a oração de Moisés, o qual ergue os braços para apontar para Deus. Por isso que nossa oração seja insistente, mas esclarecida pela Sagrada Escritura, para que ao orar saibamos a quem estamos clamando, não a um Juiz iníquo, mas a um Pai que nos educa e do qual sabemos que vem o nosso socorro.

2º Esquema
 “E Deus não fará justiça aos seus escolhidos, que dia e noite gritam por ele?” Escolhidos são aqueles que tem a Deus por Pai, esses como filhos querem pedir e ter o coração uno com seu Deus e Pai, e querem experimentar em suas vidas a salvação que somente pode vir Dele. Filhos que erguem suas mãos para Deus, e a todo o momento em suas vidas tem o coração voltado para Ele, como Moisés, e precisam da ajuda da comunidade para serem verdadeiros homens e mulheres de oração. Assim como Timóteo podem permanecer firmes no Senhor, e qualificados para toda boa obra, sendo discípulos e missionários, testemunhando que é do Senhor que vem o nosso socorro.

3º Esquema

“Mas o Filho do homem, quando vier, será que ainda vai encontrar fé sobre a terra?” A fé, a confiança de que Deus vai nos escutar, é que nos possibilita orar insistentemente e sem qualquer tipo de desistência, a questão que Jesus levanta é será que os seres humanos com a visão de Deus como um juiz iníquo vão ter ainda fé quando Ele retornar, por isso é necessário ter a persistência de Moisés que via a Deus como aquele que tem bondade e misericórdia (cf. Ex 33, 18-20), assim pois Moisés tem fé para interceder pelo povo, pois confia na bondade de Deus para com seu povo, da mesma forma a fé de Paulo que confiantemente aguarda vinda do Senhor ou a de Timóteo, que Deus nos mostre sua verdadeira face e que encontrando N’Ele o nosso socorro hoje possamos ir tranqüilos ao seu encontro na Eternidade. 

28º Domingo do Tempo Comum C

28º Domingo do Tempo Comum C

1. Informações básicas
- Agradecer a Deus
- Oração – Que a graça de Deus nos preceda.
-  2Rs 5,14-17; Sl 97; 2Tm 2,8-13; Lc 17, 11-19



1º Esquema
“Enquanto caminhavam, aconteceu que ficaram curados”... Os leprosos, sob a ordem de Jesus, caminham para cumprir a lei que ordena àqueles que foram purificados se apresentarem aos sacerdotes, nesse caminhar a cura acontece de forma gratuita, da mesma forma Naamã é curado não por fazer coisas difíceis mas por obedecer a voz de Eliseu, essa gratuidade suprema de Deus provoca no coração verdadeiramente humano uma atitude de agradecimento. São Paulo também experimenta a gratuidade da salvação de Deus, por isso com gratidão a Deus sofre pela salvação de todos, que nós também conheçamos, no sentido de experimentar a salvação para que agradecidos louvemos a Deus.

2º esquema
“Atirou-se  aos pés de Jesus, com o rosto por terra, e lhe agradeceu”... O ser humano quer vida e mais vida, por isso o leproso que está totalmente excluído da vida em comunidade e atentado em sua própria existência, ao ser reintegrado por Jesus, faz uma atitude de agradecimento e até adoração, reconhecendo em Jesus o verdadeiro sacerdote. Naamã, a partir de sua mentalidade, quer também recompensar o profeta, e este o exorta a agradecer a Deus, e Naamã o faz propondo-se a ser um adorador de Deus, São Paulo vai além e transforma seu agradecimento em ser canal da salvação “para que eles também alcancem a salvação que está em Cristo Jesus, com a glória eterna. Que nós também agradeçamos ao Senhor através de nossos lábios, num cântico novo, mas que também nosso agradecimento seja levar a salvação a todas as nações.

3º esquema

“Levanta-te e vai! Tua fé te salvou!”... O agradecimento do leproso curado, o leva a reconhecer que Jesus é o salvador, essa fé expectante e agradecida abre as portas de seu coração para adorar a Deus e dar glória ao Senhor, e assim experimentar a salvação, da mesma forma Naamã é transformado não somente corporalmente pela cura da lepra, mas se torna um servo de Deus, que quer oferecer sacrifícios ao Senhor Deus, São Paulo de perseguidor torna-se perseguido e prisioneiro por causa de Deus, e canal da salvação, que nós também sejamos agradecidos ao Senhor e que o Senhor nos faça conhecer a sua salvação como ao mundo inteiro. 

27º Domingo do Tempo Comum C

27º Domingo do Tempo Comum C

1. Informações básicas
- a Fé
 - Oração – Derramai a sua misericórdia.
- Hbab 1,2-3;2,2-4; Sl 94; 2 tm 2,1,6-8.13-14.

Nota exegética.
Evangelho – Servos Inúteis – acrheios –  No Antigo Testamento a única vez que aparece esse vocábulo é quando Davi se diz inútil quando é recriminado por Micol por dançar em frente da Arca da Aliança (2 Sm 6,22);

1º Esquema
“Aumenta a nossa fé”... Fé é colocar a nossa vida sobre Deus, crer que sua soberania sobre a nossa vida é total, por isso, diante de problemas enormes, como nos traz o Profeta, ouviremos que em meio às inquietações da vida o justo viverá por sua fé, mais precisamente na tradução grega a partir da fé, tudo na vida do cristão deve ter como critério de discernimento a fé, ter a Deus como fonte de nossa vida, por isso diante de tantos problemas que nos tiram a paz, como diria São Francisco de Assis, é porque colocamos esses problemas no lugar de Deus e somos chamados então a não fechar o coração como em Meriba e clamar que o Senhor reaviva o Dom da fé que há em nós pelo Batismo.  


2º esquema
“Se vós tivésseis fé...” A fé mesmo pequenina, nos faz ter a Deus como sustentáculo, e assim as decisões do nosso coração serão como as decisões do coração de Deus, e assim obviamente o que pedíssemos a Deus ele no concederia, o justo é chamado então a viver a partir da fé mesmo que os problemas se avolumem a tal ponto, como o grito do Profeta, que é tão atual “Violência”, e assim que a Palavra de Deus, o que recebemos da Igreja fortaleça e reaviva a nossa fé para darmos testemunho da verdade, e aclamar o Senhor que nos criou.

3º esquema

“Somos servos inúteis; fizemos o que devíamos fazer”... Quem tem o coração unido a Deus sempre há de reconhecer que tudo o que faz de bem é graça de Deus, por isso é obrigatório para aquele que tem fé reconhecer que é apenas um instrumento nas mãos de Deus, Deus é quem opera o bem através de cada um de nós, é por isso que devemos testemunhar que somos apenas servos inúteis, e que fazemos tudo por e na graça de Deus. Portanto, o justo, aquele que pensa e decide unido a Deus, vive a partir da fé e toda a sua decisão se baseia na Palavra de Deus, assim peçamos que a Deus que nosso coração não se feche, mas aberto à graça seja reavivado o Dom da nossa fé.  

26º Domingo do Tempo Comum C

26º Domingo do Tempo Comum C

1. Informações básicas
-  Destino dos que dominam os pobres
 - Oração – Deus mostra seu poder no amor e na misericórdia.
- Am 6,1.4-7; Sl 145; 1 Tm 6,11-16; Lc 16,19-31.

Observação exegética – Lázaro (Eleazar) “Deus é meu socorro, auxílio” ou “ a quem Deus socorre”.
- Esta parábola é uma ótima oportunidade para esclarecer sobre vida e morte eternas; e contra pretensões reencarnacionistas. 

1º Esquema
“Manda Lázaro ...” A personalidade avara não consegue ter uma dimensão de gratuidade, mas como na primeira leitura os que são ricos e se prendem aos bens materiais, despreocupadamente se sentem seguros em sua riqueza e não se importam com as dificuldades dos pobres e até os dominam, esse rico, mesmo no inferno quer instrumentalizar o pobre Lázaro para seu auxílio, não mudou o seu pensar, fez de sua decisão uma decisão eterna. Por isso somos convocados a sermos homens e mulheres de Deus que fogem da perversão e procuram a justiça e o amor que louvam a Deus, que ama os pobres, os órfãos, as viúvas e o estrangeiro.

2º esquema
“Há um grande abismo”... Há um grande abismos entre aquele que se prende aos bens terrenos, os idolatra, como na primeira litura preso ao vinho, perfume, não se preocupa com a ruína da casa de José, em sua decisão o rico não importa com o pobre e se fecha em si mesmo, enquanto o pobre que não tendo nada, não tendo nenhum consolo nesta terra se entrega totalmente a Deus, essas decisões terrenas tem conseqüências eternas, o rico é atormentado porque buscou apenas a si mesmo, o pobre é consolado pois teve em Deus a única verdade,  o Deus que dá a vida a todas as coisas, que cada um de nós se une ao Deus que ama o pobre, os despojados, e assim bendigamos a Deus para sempre.

3º esquema
“Eles têm Moisés e os profetas, que os escutem”...Nossas decisões podem nos condenar, por isso a Sagrada Escritura (Moisés e profetas) devem nos guiar para fazer o bem, amar os pobres, e não se apegar a coisas que passam, não é a aparição de um defunto que vai mudar a decisão humana, mas a convicção de que Deus existe, se revelou e que no final a eternidade nos espera, isso vai nos libertando de apegos a perfumes, comida ou bebida, e nos leva a verdadeiramente amar a justiça e a misericórdia, conforme a segunda leitura, para assim bendizer a Deus para sempre.   



25º Domingo do Tempo comum C

25º Domingo do Tempo comum C

1.                  Informações básicas
- Fiel nas pequenas coisas para ser fiel nas grandes
- Oração – A lei é o amor.
- Leituras: Am 8, 4-7; Sl 112; 1 Tm 2,1-8; Lc 16, 1-13


2. Esquemas

1º Esquema
“Usai o dinheiro injusto para fazer amigos, pois, quando acaba, eles vos receberão nas moradas eternas”... A parábola do administrador infiel vem mostrar que é necessário utilizar o dinheiro injusto, isto é, os bens terrenos para criar laços de amizade, de amor ao próximo, e isso nos garante a morada eterna, a esperteza do administrador infiel está exatamente em criar laços de amizade através de favores temporais, os bens tem que estar a serviço do ser humano para o bem, e não o contrário, por isso a condenação da mesquinhez que Amós faz, os avaros que querem dominar os pobres, utilizar-se deles como coisas, por isso o desejo deve ser sempre de querer, como Deus quer, que todos os homens se salvem e cheguem ao conhecimento da verdade, e os bens terrenos devem estar a serviço desta salvação, que Deus que levanta o pobre seja bendito para sempre. .

2º Esquema
“se vós não sois fiéis no uso  do dinheiro injusto, quem vos confiará o verdadeiro bem?”... Diante do administrador infiel que utiliza o dinheiro para fazer amizades, nós cristãos deveríamos utilizar a esperteza, a inteligências, dos filhos do mundo nas coisas do céu, colocar todo o empenho e justiça na busca do bens eternos, por isso, não ser capaz de usar o dinheiro injusto, é não saber utilizar os bens do mundo para fazer o bem ao próximo, isto é, amar para conseguir o bem eterno, quem não sabe usar os bens do mundo dessa forma não conseguirá a eternidade, quem só tem ambição de vender e comprar, alimentando o próprio egoísmo às custas da vida do pobre só pode receber como recompensa o inferno, por isso o desejo do cristão deve ser a salvação eterna de todos, ter um coração aberto a fazer o bem que tenha como efeito a salvação eterna de todos, que tenhamos o coração de Deus que ama os pobres e os retira do lixo para assentar-se com os nobres.

3º Esquema
“Quem é fiel nas pequenas coisas também é fiel nas grandes”...a fidelidade a Deus não se presta por perfeccionistas doentis, mas em pessoas que administram os bens terrenos em vista das grandes coisas que é a eternidade, a injustiça nos bens terrenos que são passageiros cega a pessoa para a eternidade, por isso a condenação de Amós é mais atual do que nunca, quem explora o pobre para conseguir bens, quem usa as pessoas como instrumento da própria cupidez, machuca o coração de Deus, pois Deus ama os pobres, e quer que todos os homens sejam salvos, nós também devemos ter o mesmo querer de Deus, a salvação integral do ser humano, plenitude de vida aqui na terra com vida abundante e a vida eterna junto  a Deus.

24º Domingo do Tempo Comum C

24º Domingo do Tempo Comum C


1.       Informações básicas
- Deus quer a conversão do pecador
- Oração – sentir em nós o amor de Deus para servir.
- Is 50, 5-9; Sl 114; Tg 2,14-18; Mc 8, 27-35.


1º Esquema
“Este homem acolhe os pecadores e faz refeição com eles”... Para ilustrar sua posição de acolher os pecadores e fazer parte da vida deles através da refeição Jesus conta a parábola da ovelha perdida na qual Deus vai atrás do pecador, porque quer a sua conversão e cura suas feridas, ilustrando de outra maneira Deus, como o Pai amoroso respeita a liberdade humana de ir e gastar a própria vida, mas quer sua volta, como no livro do Êxodo Deus mesmo diante da idolatria do povo, demonstra sua plena misericórdia desistindo de destruir o povo por seu pecado, da mesma forma Paulo torna-se um grande apóstolo porque experimente a grande misericórdia do Senhor, que cada um de nós experimente a misericórdia do Senhor e que o imensidão do amor nos purifique.

2º esquema
“Então caiu em si e disse...” O filho mais novo, pede a herança, com seu gesto pede a morte do pai, gasta tudo, mas recordando a bondade de seu pai, cai em si e decide voltar, acolhido pelo pai, este impulsionado pela misericórdia, reintegra o filho colocando o anel, a volta a aliança com a casa, liberta-o da escravidão (sandálias) e reintegra-o à graça (vestes), tudo em clima de festa, porque Deus faz festa para o pecador que volta, da mesma maneira Moisés clama pela misericórdia de Deus e nessa misericórdia Deus reintegra seu povo, somos convidados pois como São Paulo a entrar dentro de si e descobrir que somos pecadores, para assim deixar a misericórdia de Deus nos salvar, por isso ofereçamos a Deus nosso coração ao Pai das misericórdias.

3º esquema

“Filho, ... tudo o que é meu é teu”... Deus acolhe com festa o filho que volta, e quer que cada um nós faça festa para o pecador que retorna, por isso ao filho mais velho que tem o coração duro, o pai apela, tudo o que é meu é teu, inclusive o coração deve ser o mesmo. Moisés teve esse coração compassivo pelo povo, mesmo Deus oferecendo sair dele uma nação, São Paulo também experimentando a misericórdia de Deus no perdão por ter perseguido a Igreja, proclama o evangelho que transbordou a graça e o amor em Cristo Jesus, nós também devemos ser os proclamadores da misericórdia de Deus e como os servos ajudar o Pai a acolher o pecador que volta, com o anel, a roupa e as sandálias reintegrando-o à família de Deus.

23º Domingo do Tempo Comum C

23º Domingo do Tempo Comum C

1.       Informações básicas
- Escolher o Reino de Deus
- Oração – A verdadeira liberdade.
-  Sb 9, 13-18; Sl 89; Fm 9-10.12-17; Lc 14, 25-33

1º Esquema
“Se alguém vem a mim, mas não se desapega de seu pai e até da sua própria vida... Desapegar-se, colocar num lugar abaixo de uma outra escolha, é colocar a lei das prioridades na própria vida, a prioridade é o Reino de Deus, o restante deve se ordenar a Ele, por isso a comparação na construção de uma casa ou o rei que vai para a guerra, o planejamento das prioridades deve invadir a vida espiritual, essa é a verdadeira sabedoria, e só pelo Espírito Santo, podemos nos desapegar até da própria vida e se entregar para Deus, é esse desapego santo que Paulo pede para Filêmon com relação ao escravo Onésimo, Paulo apela para a sua relação com Deus e o bem que Onésimo está fazendo, esse raciocínio, essa lei das prioridades espirituais somente pode ter quem se abre ao Espírito da Sabedoria e experimenta que somos erva verde que cresce e desparece, só Deus basta.

2º esquema
“Quem não carrega sua cruz e não caminha atrás de mim não pode ser meu discípulo”... O Cristianismo não é feito de voluntarismo, vontades levadas pelo vento, folhas sacudidas pelo vento, mas sim uma determinada determinação (Santa Teresa de Jesus) em seguir Jesus carregando a cruz, o sofrimento por fazer o bem para a salvação do próximo, esse seguimento  com vontade determinada, com a Sabedoria que só pode vir de Deus, é feito com planejamento, com o conhecer da situação de vida e as prioridades da vida espiritual, a exemplo de Paulo, podemos mesmo presos, perseguidos e carregando a cruz, mostrar a verdade da prioridade que é o bem de Onésimo, sua salvação, que Deus nos ensine sua sabedoria para aprendamos a decidir pelo bem, e assim nossos trabalhos serem fecundos.

3º esquema

“Qualquer um de vós, se não renunciar a tudo o que tem, não pode ser meu discípulo”. O Reino de Deus deve ser prioridade em cada decisão que tomamos na vida, por isso, para conseguir esse Reino nossas prioridades devem ser organizadas sempre em função do Reino, é essa a prioridade do nosso planejamento de vida, isto é a Sabedoria que Deus nos ensina pelo seu Espírito, como o discurso de Salomão na Leitura do Livro da Sabedoria, Sabedoria de escolha que leva a Paulo, conciliar Filêmon, o patrão, com seu escravo, Onésimo, em primeiro lugar o Reino de Deus e o relacionamento que ele exige. Que Deus ensine-nos a contar os nossos dias, mostre nossa fragilidade, e assim derrame em nós sua Sabedoria para que cada um de nós tome a decisão correta pelo bem do Reino de Deus. 

1.       Informações básicas
- Escolher o Reino de Deus
- Oração – A verdadeira liberdade.
-  Sb 9, 13-18; Sl 89; Fm 9-10.12-17; Lc 14, 25-33

1º Esquema
“Se alguém vem a mim, mas não se desapega de seu pai e até da sua própria vida... Desapegar-se, colocar num lugar abaixo de uma outra escolha, é colocar a lei das prioridades na própria vida, a prioridade é o Reino de Deus, o restante deve se ordenar a Ele, por isso a comparação na construção de uma casa ou o rei que vai para a guerra, o planejamento das prioridades deve invadir a vida espiritual, essa é a verdadeira sabedoria, e só pelo Espírito Santo, podemos nos desapegar até da própria vida e se entregar para Deus, é esse desapego santo que Paulo pede para Filêmon com relação ao escravo Onésimo, Paulo apela para a sua relação com Deus e o bem que Onésimo está fazendo, esse raciocínio, essa lei das prioridades espirituais somente pode ter quem se abre ao Espírito da Sabedoria e experimenta que somos erva verde que cresce e desparece, só Deus basta.

2º esquema
“Quem não carrega sua cruz e não caminha atrás de mim não pode ser meu discípulo”... O Cristianismo não é feito de voluntarismo, vontades levadas pelo vento, folhas sacudidas pelo vento, mas sim uma determinada determinação (Santa Teresa de Jesus) em seguir Jesus carregando a cruz, o sofrimento por fazer o bem para a salvação do próximo, esse seguimento  com vontade determinada, com a Sabedoria que só pode vir de Deus, é feito com planejamento, com o conhecer da situação de vida e as prioridades da vida espiritual, a exemplo de Paulo, podemos mesmo presos, perseguidos e carregando a cruz, mostrar a verdade da prioridade que é o bem de Onésimo, sua salvação, que Deus nos ensine sua sabedoria para aprendamos a decidir pelo bem, e assim nossos trabalhos serem fecundos.

3º esquema

“Qualquer um de vós, se não renunciar a tudo o que tem, não pode ser meu discípulo”. O Reino de Deus deve ser prioridade em cada decisão que tomamos na vida, por isso, para conseguir esse Reino nossas prioridades devem ser organizadas sempre em função do Reino, é essa a prioridade do nosso planejamento de vida, isto é a Sabedoria que Deus nos ensina pelo seu Espírito, como o discurso de Salomão na Leitura do Livro da Sabedoria, Sabedoria de escolha que leva a Paulo, conciliar Filêmon, o patrão, com seu escravo, Onésimo, em primeiro lugar o Reino de Deus e o relacionamento que ele exige. Que Deus ensine-nos a contar os nossos dias, mostre nossa fragilidade, e assim derrame em nós sua Sabedoria para que cada um de nós tome a decisão correta pelo bem do Reino de Deus.