quinta-feira, 9 de junho de 2016

22º Domingo do Tempo comum C

22º Domingo do Tempo comum C

1.                   Informações básicas
- A graça transforma nosso coração para praticar obras de amor
- Oração – Que Deus derrame seu amor.
- Leituras: Eclo 3,19-21.30-31; sl 67; Hb 12, 18-19.22-24; Lc 14,1.7-14.


2. Esquemas

1º Esquema
“Porque quem se eleva será humilhado e quem se humilha será elevado”... Jesus exorta à verdadeira humildade, isto é aquele que humilha a si mesmo, se coloca em seu lugar de criatura, este será elevado (futuro passivo) por Deus, e o contrário também, aquele que se eleva será corrigido por Deus, será humilhado, por isso o autor do Eclesiástico afirma que é aos humildes que Deus revela os seus mistérios, revela a si  mesmo, é o humilde, o totalmente dependente de Deus, é que se aproxima das realidades divinas de Jesus o mediador da Nova Aliança, por isso a nossa confiança é em Deus que prepara com carinho prepara a mesa para o pobre.

2º Esquema
“Quem se humilha será elevado”...Como dizia Santo Agostinho, humildade é a verdade, o ser humano é chamado a assumir sua dimensão criatural perante Deus, quanto mais assumimos que somos criatura mais a graça de Deus age em nós, como diz Eclesiástico, é Deus que glorifica, que eleva, aquele que reconhece-se dependente de Deus abre-se à graça e é transformado por ela, esse processo vai desembocar na eternidade, quando plenificados por Deus, adoraremos a Deus para sempre, o juiz de todos, à perfeição. Que Deus que prepara a mesa para o pobre nos acolha na Eternidade.

3º Esquema
“Convide os pobres.... porque eles não te podem retribuir”... Somos felizes verdadeiramente na medida em que vivemos a gratuidade para com nossos irmãos e irmãs, quando a exemplo de Deus nosso Pai, que prepara a mesa para o pobre, o protetor dos órfãos e viúvas, que glorifica os humildades, seremos felizes, porque amaremos as pessoas por serem criaturas amadas por Deus, e não para esperar qualquer contributo, até mesmo o agradecimento, que o Senhor derrame em nossos corações a graça de uma verdadeira gratuidade.




Assunção de Nossa Senhora

Assunção de Nossa Senhora

1. Informações básicas
- Maria assunta em corpo e alma ao céu
- Oração – Pela assunção ater-nos às coisas do alto.
-  Ap 11,19; 12, 3-6.10; Sl 44; 1 Cor 15, 20-27; Lc 1, 39-50.

1º Esquema
A minha engrandece... Maria imaculada não poderia conhecer a corrupção da morte por causa do pecado, Ela pode verdadeiramente engrandecer o Deus de justiça e misericórdia que quer levar seu povo à plenitude da comunhão eterna, representado pela mulher revestida de Sol. Se Jesus é a primícia da ressurreição sua mãe o segue, e nós também contemplando a rainha ao lado do rei eterno, devemos nos ater às coisas do céu aqui para um estarmos eternamente com eles.

2º esquema
A mãe do meu Senhor, aquela que tem um relacionamento íntimo com o Senhor no corpo e no coração, não poderia ter pecado e portanto nos precede na plenitude do seremos, isto é, em corpo e alma no céu, mas não individualmente somente, mas como povo, como as 12 estrelas em sua cabeça, estaremos em Deus, por isso a Assunção aponta para a plenitude da nossa vida e ao olhar para nossa Mãe que essa esperança seja derramada em nossos corações.

3º esquema
Derrubou do trono os poderosos e elevou os humildes, a humilde serva do Senhor é elevada ao céu, somente aquele que verdadeiramente confia em Deus a partir de uma humildade a toda prova, pode ser elevado ao céu, ninguém se eleva ao céu, por isso Maria é assunta, é assumida, tomada, somente aquela que sabe-se iluminada por Deus pode chegar então até ele, nós também sigamos os passos de Maria em direção à nossa ressurreição somente, na humildade, assumindo o que somos podemos chegar a essa ressurreição, que aquela que está ao lado do rei nos ensine o caminho.

20º Domingo do Tempo Comum C

20º Domingo do Tempo Comum C

1. Informações básicas
- Vim trazer a divisão.
- Oração – Acender em nossos corações a chama da caridade.
-  Jr 38,4-6.8-10; Sl 39; Hb 12, 1-4; Lc 12, 49-53.

1º Esquema
Eu vim para lançar fogo sobre a terra. O fogo é o que purifica, e faz com que a verdade apareça, passar pelo cadinho é isso. A Palavra de Jesus é para isso mesmo para purificar e trazer a verdade que liberta (cf. Jo 8, 32). E isso traz divisões, como é mostrado num caso concreto da primeira leitura, o profeta Jeremias prega a verdade sobre o exílio como consequência do pecado, isso irrita os poderosos da época e ele paga o preço pela verdade. Nós também, como cristãos, temos que arcar com o preço da verdade e perseverar no combate que nos é proposto e que o Senhor firme nossos passos nessa luta.

2º esquema
Devo receber um batismo, e como estou ansioso até que isto se cumpra. Ansioso, angustiado, no literal tomar bem à mão, assim Jesus quer o batismo da cruz, se entregar totalmente ao testemunho da verdade que vem trazer a salvação aos seres humanos. Jeremias também se imola num martírio branco, sendo preso, pelo testemunho da verdade sobre os pecados do povo e o consequente exílio e nós também devemos lutar até o sangue na nossa luta contra o pecado para dar testemunho pleno da verdade da palavra de Jesus, e como ele suportar a cruz e a infâmia, que o Senhor venha em nosso auxílio com a sua graça para que possamos testemunhar.

3º esquema

Não vim trazer a paz, mas a divisão. Estranho para alguns, Jesus que tanto fala em paz, e a oferece depois da ressurreição vem dizer que vem trazer a divisão e não a paz. A paz é fruto da graça de Deus no coração dos homens, porém essa graça não é aceita por muitas pessoas e aí surge a divisão, inclusive entre famílias. A presença de Deus em nós incomoda pessoas, como no caso de Jeremias que pregou a verdade contra todos e desagradou a muitos, porém foi até o fim. Nós também não devemos recuar perante a cruz que devemos carregar e as divisões que causa a verdade, porém lutar até o fim, com a graça do auxílio de Deus. 

19º Domingo do Tempo Comum C

19º Domingo do Tempo Comum C

1. Informações básicas
- Ficai preparados
- Oração – Considera vossa aliança e dai-nos um coração de filhos.
-  Sb 18, 6-9; Sl 32; Hb 11,1-2.8-19.

1º Esquema
“Que vossos rins estejam cingidos e as lâmpadas acesas”... A nossa visão de vigiar, estar preparados, muitas vezes é do servo mau da parábola dos talentos, é uma espera de medo e ódio ao senhor, nossa espera é estar de rins cingidos, estar a serviço dos irmãos assim agradaremos ao Senhor e por outro lado uma espera de lâmpadas acesas, imbuídos pela Palavra de Deus, iluminados por Ela tomaremos decisões corretas e justas nesse serviço, assim foram os que experenciaram a libertação pascal do Egito, e nós queremos também esperar como os santos esperaram, com fé plena, fé que leva a atos de bondade, como diz a Carta aos Hebreus, já possuímos realidade que não se veem, como? Pelo nosso agir em Deus, como nos é mostrado em tantos exemplos, por isso que sejamos justos que se alegram no Senhor.

2º esquema
“Ficai preparados”... O Senhor nos convida a estarmos preparados, isto é, em serviço e não dormindo ou bebendo ou castigando outros, o melhor modo é esperar na caridade baseada na fé, como vemos nos exemplos de Abraão que obedeceu e partiu para  terra, ou de Sara que acreditou na promessa mesmo sendo estéril, e tantos outros homens e mulheres de fé, que colocaram não somente uma crença qualquer na existência de Deus, mas que se entregaram totalmente a Ele, como aqueles que na noite da libertação do Egito, em meio a aflições creram e celebraram, pois temos fé que Deus pousa o olhar sobre os que o temem.

3º esquema
“O Filho do homem vai chegar na hora em que menos esperardes”... Fé é expectativa, é esperar o Senhor voltar, por isso não adianta querer saber o futuro, o dia da morte, e numa tentativa infantil querer ter o destino nas próprias mãos, mas o certo é ter fé e nessa fé, por obras de justiça, iluminados pela Palavra, esperar o Senhor voltar, como Abraão, crer na promessa e seguir em frente, viver essa vida já na posse da eternidade, das coisas do céu, essa deve ser a vida do cristão, por isso clamamos “Sobre nós venha, Senhor, a vossa graça, da mesma forma que em vós nós esperamos!”.



18º Domingo do Tempo Comum C

18º Domingo do Tempo Comum C

1. Informações básicas
- A Essência da vida
- Oração – Inesgotável bondade de Deus na criação.
- Ecl 1,2; 2,21-23; sl 89; Cl 3,1-5.9-11; Lc 12, 13-21


1º Esquema
“Tomai cuidado contra todo tipo de ganância”...O ser humano é um ser necessitado e quer a todo o custo ter o poder de conservar a própria vida, por isso a ânsia de ter muitos bens é uma ilusão, a vaidade que nos diz o autor do Eclesiastes, que pensando ter muito bens conservará a própria vida e terá o reconhecimento dos outros, a verdadeira vida encontramos na medida que renunciamos a esta vida e seguirmos Cristo, buscando as coisas do alto, a caridade , em meio à fugacidade da vida, e como o salmista saber que só Deus pode tornar fecundo o nosso trabalho e ser um verdadeiro refúgio para todos nós.

2º esquema
“A vida  de um homem não consiste na abundância de bens”... Esse versículo deve ser repetido constantemente em nosso coração, diante da briga por herança, ainda tão comum em nossos dias, Jesus aponta para o essencial da vida que é aquele que é rico para Deus, que vive a caridade. Outro versículo a ser repetido sempre é “Vaidade das vaidades”, tudo é vão, é passageiro, é como na palavra em hebraico é vapor d’água que aparece e desaparece, como o sono da manhã, a vida é muito curta e não se pode baseá-la em bens temporais, mas no Eterno, em Deus, toda ação nossa deve ser para buscar as coisas do alto e em primeiro lugar com nossas ações que não devem ser egoístas, mas ações que fazem o bem ao próximo, esse é o homem novo que ao fazer o bem sabe, que bondade de Deus sempre repousará sobre nós e conduz nossa vida.

3º esquema
“Assim acontece com quem ajunta tesouros para si mesmo, mas não é rico diante de Deus”... Homem louco é aquele que pensa que deve se alegrar com a própria força e o próprio poder, homem que baseia a vida em si mesmo, nos próprio bens, é um insensato, porque baseia sua vida na vaidade, no vazio, naquilo que não possui substância em si mesma. Por isso, somos convocados a ser ricos para Deus, isto é, viver a entrega perfeita para o bem dos outros, nada de usar as pessoas ou basear-se no elogio dos outros, mas sim buscar Deus através de ações amorosas de justas, assim demonstramos que nosso trabalho vem Dele e Ele é o nosso único refúgio.

17º Domingo do Tempo Comum C

17º Domingo do Tempo Comum C

1. Informações básicas
- Perseverança na Oração
- Oração – Ó Deus sois o amparo dos que em vós esperam.
- Leituras: Gn 18,20-32; Sl 137; Cl 2,12-14; Lc 11,1-13

1º Esquema
“Quando rezardes, dizei...” A Oração de Jesus, é a oração ao Pai, aquele que temos a certeza de sua misericórdia que levou Abraão a interceder confiantemente por Sodoma e Gomorra para pedir a salvação das cidades, crê portanto que Deus é Justo e na sua piedade salvaria os justos que nelas houvessem, é esse o modelo de oração perseverante, mas não feita a um deus pagão que brinca com a vida do ser humano, mas um Pai que quer educar seu filho, unidos ao Cristo morto e ressuscitado pelo Batismo nossa oração é eficaz e assim cremos que Deus escuta nossos gemidos.

2º esquema
“Pedi e recebereis”... Jesus nos ensina a rezar e a confiar plenamente na misericórdia do Pai, Pai que não é um amigo que incomodamos numa hora inoportuna, mas um Deus que vela pela nossa salvação, por isso no imperativo Jesus não faz um convite qualquer, mas nos ordena, procurai, batei, porque o resultado virá, não sabemos qual vai ser mas como Abraão confiamos em Deus e sabemos que o que Ele faz é o melhor para cada um de nós, por isso quando chega nos dez justos, Abraão para, no número de Deus, o Uno, agora está na Justiça de Deus, está tudo entregue, Abraão sabe que o melhor será feito, nós também batizados, imersos no Filho, queremos saber rezar e como o salmista dar graças porque o Senhor ouve as palavras dos nossos lábios.

3º esquema
“Quanto mais o Pai do céu dará o Espírito Santo aos que o pedirem...”  O Filho de Deus nos ensina a nos relacionarmos com o Pai, pedindo a implantação do Reino, a graça de todo sustento e o perdão sem limites, nessa confiança não num deus pagão ou um ídolo que bebe o sangue de seus adoradores, o nosso Deus é Pai e trata-nos como filhos, como o relacionamento oracional de Abraão com Deus na primeira leitura, sempre faz o bem aos que a Ele se dirigem, e o cume desse atendimento é o Espírito Santo, que nos faz participar da vida divina, que unidos ao Cristo morto e ressuscitado pelo Espírito nos faça verdadeiros filhos do pai e agradecidos saber que Deus ama a nós pobres e nos dá a vida.

16º Domingo do Tempo Comum C

16º Domingo do Tempo Comum C

1. Informações básicas
- Uma só coisa é necessária
- Oração – Repletos de fé, esperança e caridade.
Leitura Gn 18,1-10; Sl 14; Col 1,24-28; Lc 10, 38-42.


1º Esquema
“Tu te preocupas e andas agitada por muitas coisas” A admoestação de Jesus para Marta não é pelo trabalho, mas sim pela dispersão, Marta não coloca seu coração no Mestre mas tem várias preocupações em seu coração, diferentemente de Abraão que se dedicou totalmente aos visitantes divinos e por isso foi abençoado com uma promessa, nós também a partir do nosso próprio sofrimento nos dedicamos ao Pai por Cristo no Espírito em Igreja, a ela servimos e queremos dedicar toda a nossa vida, morar na casa do Senhor para sempre.

2º esquema
“Uma só coisa é necessária”. Só uma coisa, só o Um é necessário, que é Deus, seja contemplando o Senhor, seja trabalhando, tudo deve referir a Deus, em tudo em nossa vida devemos nos dedicar a Deus, ser contemplativos na ação, nem alienados do mundo e nem ativistas que confiam na própria obra, mas como Abraão pela dedicação servir a Deus nos visitantes divinos, nós também queremos descobrir o mistério escondido em Cristo Jesus manifestado em nossa vida, nos irmãos e na Liturgia, para sempre estar na presença do Senhor em nossos atos, ser daqueles que caminham sem pecado.  

3º esquema

“Maria escolheu a melhor parte e este não lhe será tirada”. Escolher o bem maior em meio a bens aparentes ou passageiros é a arte de ser cristão, contemplar a criação e nela ver a ação de Cristo, assim Abraão acolheu a presença divina em seus hóspedes e recebe a promessa de um filho, pois também escolheu a melhor parte pela sua ação amorosa, nós também queremos acolher a presença de Cristo no mundo, para que em união com Cristo em nosso sofrimento, nos dedicando a Igreja, anunciar a obra da salvação, por isso felicidade perfeita é escolher a Deus em meio ao que passa, para assim permanecer em sua presença para sempre. 

15º Domingo do Tempo Comum C

15º Domingo do Tempo Comum C

1. Informações básicas
-  o Bom Samaritano
- Oração – a luz da verdade para ser cristão.
- 1ª Leitura Dt 30, 10-14; Sl 68; Cl 1, 15-20; Lc 10, 25-37

Obs exegética: o sacerdote e o levita que passam ao largo não interpretam a lei segundo o amor pois como trás o levítico  “Que um sacerdote não se torne impuro por um defundo na sua parentela, exceto por um próximo, da mesma carne que ele: sua mãe, seu pai, seu filho, sua filha seu irmão” (Lv 21,1-2) se reconhecessem naquele homem caído um irmão o amariam e fariam o bem a ele sem medo de se contaminarem.

1º Esquema
“Amarás...” O amor é a lei maior, amor a Deus e ao próximo, amor que se traduz de forma concreta no pobre sofredor, que ao tomarmos contato com as feridas da criatura de Deus, ao ir ao encontro delas para promover a vida no outro, pois vemos no próximo a própria presença de Deus pois Cristo é a cabeça da Igreja e o primogênito de toda Criação, por fim é por esse amor que se realiza o cumprimento perfeito de todos os mandamentos e preceitos e pelo qual herdamos a verdadeira terra prometida que é o céu, a Jerusalém celeste que Deus prepara para os seus humildes.

2º esquema
“Quem é o meu próximo” O mestre da lei queria restringir o conceito de próximo, amar somente os seus, Jesus alarga a sua visão mostrando que o próximo é aquele que ama e é amado, amor efetivo e afetivo, que é ir ao encontro da necessidade do próximo, identificando-se com o outros pois somos todos iguais, e vemos no outro o Cristo, pois é o primogênito de toda a Criação, a imagem de Deus que se faz carne, assim cumprimos toda a lei, pois amando o próximo aprendemos a amar a Deus a quem não vemos, essa é a humildade que nos ajuda a buscar verdadeiramente a Deus.

3º esquema

“Aquele que usou de misericórdia para com ele”. O amor é para o cristão o resumo da lei, o amor a Deus e ao próximo é o mesmo amor, e o próximo é todo o ser humano necessitado e que necessita da misericórdia, portanto todos, assim se cumpre verdadeiramente toda a lei e todo o culto a Deus, pois vemos no outro o próprio Deus, o próprio Jesus é que é o primogênito de toda a criação, portanto assumamos nossa fragilidade, sejamos humildes e busquemos verdadeiramente a Deus amando o próximo. 

São Pedro e São Paulo

São Pedro e São Paulo

1.                  Informações básicas
- O Martírio de São Pedro e São Paulo
- Oração –  Seguir os ensinamentos de São Pedro e São Paulo
- Leituras: At 12, 1-11; Sl 33; 2 Tm 4, 6-8.17-18; Mt 16, 13-19.


2. Esquemas

1º Esquema
Pedro tu és Pedra. Pedro é Pedra pela proclamação de sua fé, mas como podemos separar a fé da pessoa que a proclama? Por isso Pedro se torna a Pedra da Igreja de Cristo, porque dá testemunho público de Jesus é Deus e homem, esse testemunho o leva a dar a vida pela Igreja, ser preso e martirizado, o mesmo testemunho dado por Paulo, que guardou a fé. Por isso, engrandeçamos a Deus como esses Santos Apóstolos o fizeram.

2º Esquema
Não foi a carne ou sangue, não é a fragilidade humana que pode ver em Cristo o Filho de Deus, mas a inspiração do Pai, inspiração que faz com que São Paulo seja o mestre das nações levando-as a proclamar o senhorio de Jesus. A nós hoje também seja derramado o Espírito de Deus para proclamar Jesus em nossas palavras e em nossa vida.

3º Esquema

Irei construir a minha Igreja, a Igreja é de Jesus Cristo, Pedro o primeiro a proclamar a fé juntamente com Paulo que completa a corrida e guarda a fé, tornam-se esteio da Igreja de Cristo, esse esteio não é somente pela proclamação, mas pela vida, um pela cruz e o outro pela espada, testemunham (martyria) que Jesus é Deus. Que esse martírio nos seja hoje fecundo e possa levar a Igreja Católica hoje a testemunhar Jesus como o Filho de Deus, e todos possam bendizer verdadeiramente o nome de Deus.