segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

4º Domingo do Tempo comum A

4º Domingo do Tempo comum A

1.                   Informações básicas
- Abertura do Sermão da montanha, da missão de Jesus.
- Oração – adorar a Deus e amar as pessoas.
- 1ª Leitura Sf 2,3;3,12-13, Sl 145, 1 Cor 1,26-31, M 5, 1-12a


2. Esquemas

1º Esquema
Bem-aventurados os pobre em espírito, aqueles que são verdadeiramente pobres, que sabem-se necessitados de Deus e amam as pessoas, esses sim podem buscar a Deus como ouvimos do profeta sofonias, porque somente aquele que sabe-se totalmente pobre, sabe-se totalmente dependente pode ser aquele que adora, aquele que busca a Deus. Isto é sabedoria divina, a sabedoria da cruz, que faz com que nos identifiquemos com o Cruficicado que se entregou para a salvação de todos, e com o mesmo coração de Deus, coração de pobre, aí poderemos como Deus fazer justiça aos oprimidos.

2º Esquema
O novo Moisés sobe ao monte para dar a lei, e a lei é que bem aventurado os porbres em espírito, os aflitos que esperam em Deus a consolação, seja como o profeta Sofonias que contempla a iniqüidade das pessoas e se sente impotente diante disso, ou a aflição de todos aqueles que querem justiça numa sociedade extremamente injusta hoje, seja lá ou seja hoje, temos esperança que Deus intervem e queremos a partir de nossa fraqueza, de nossa pequenez como diz São Paulo ser instrumento da graça de Deus para que essa justiça comece a atuar aqui, no dia de hoje, e vendo os órfãos e as viúvas, sabemos que sempre, Deus cuida do fraco, e sua Providência vai triundar, no Reino de Deus.

3º Esquema
Bem aventurado os puros de coração, aqueles que tem um coração uno em Deus, porque entendendo a própria pobreza não colocam na carne a esperança, mas vêem o ser humano algo mais de comércio, sabem ver que o ser humano é precioso diante de Deus, e luta para que esse ser humano seja defendido de mentiras que o querem instrumentalizar. E na esperança de que um dia, mesmo sendo “um punhado de homens humildes e pobres”, mas felizes porque são amados pelo que são e não pelo que aparentam ou tem, aí o Reino de Deus acontecerá, porque todos, sem exceção se gloriarão no Senhor, a única glória será Deus. Nesse ponto a adoração a Deus tranformará o amor humano, e este será pleno, Ó Sião o teu Deus reinará, por todos os séculos.

4º esquema
Bem-aventurados sois vós quando vos perseguirem, por causa de mim, o pobre que tem sua única riqueza em Deus, aponta para esse mesmo Deus, com palavras bonitas? Com sabedoria do mundo? Não, mas com a própria vida. Mártires são pobres, testemunhas são pobres, e isto incomoda aqueles que absolutizam aquilo que é desta terra, e assim a perseguição virá com certeza. Mas a confiança de Sofonias queremos ter, que no final Deus vai vencer, com homens humildes e pobres, homens limitados e que tem consciência disso, São Paulo não foi diferente, pregando à orgulhosa Corinto de seus dons, ele prefere anunciar que Deus escolhe o que é fraco para confundir o que é forte, ele mesmo foi um exemplo disso, que assumamos nossa orfandade e viuvez, para que o Senhor liberte a nós os cativos e perseguidos do tempo presente.

5º esquema

Bem aventurado os que promovem a paz, porque serão chamados filhos de Deus. Paz não é passividade, mas proclamar que a justiça entre os homens tem uma finalidade fazer com que todos se amem, como na oração inicial, e quem pode fazer com que isto aconteça é Deus. Seremos filhos de Deus sim, porque sabemos que através de nós a graça de Deus age promovendo a paz entre os homens. Somente com desejos, não, mas com atos concretos, com ações que mostrem que Deus age no meio dos seres humanos, das pequenas até as grandes ações. Mas por outros lado, sozinhos nada podemos, ou sabemo-nos filhos de Deus em potência, os portadores do crucificado, que morreu pobre, ou não conseguiremos promover a paz e principalmente mantê-la. O Senhor é fiel para sempre, e sempre olhará para o pobre, mas não esqueçamos que no final ´Deus vencerá, e paz, que o príncipe da paz que foi crucificado e ressuscitou, triunfará no Reino de Deus na Eternidade.  

3º Domingo do Tempo Comum - A

3º Domingo do Tempo Comum - A

1. Informações básicas
- Convertei-vos e crede no Evangelho
- Oração - Deus dirija nossa vida pelo seu amor para que frutifiquemos.
- 1ª Leitura Is 8.23b-9,3; salmo 26; 2ª leitura 1 Cor 1,10-13.17; Ev. Mt 4, 12-23

1º Esquema
Foi Morar em Cafarnaum para se cumprir o que foi dito pelo profeta Isaías.
Jesus, em sua vida mortal, se torna luz para o norte de Israel, como no trecho de Isaías aqueles que tinham sofrido o assédio Assírio veem uma luz que surge num príncipe, veem um sinal de Deus, Jesus se torna esse sinal de Deus, e quer mediante seu convite que os filhos de Zebedeu tornem-se também esse sinal de Deus, através do seu seguimento. Nesse ponto, na atualização pode-se tomar o que São Paulo nos diz para não se absolutizar o simbolo, é Jesus que ilumina pelo sacramento e pela Palavra, e somos apenas canais dessa luz, como cada um deve ter a consciência de sê-lo e pode-se rezar isso através do Salmo 26 "O Senhor é minha luz e salvação".

2º esquema.
"Pois do Reino a Boa Nova jesus Cristo anunciava e as dores do seu povo, com poder, Jesus curava" Aclamação Mt 4, 23.
Jesus é luz, não num sentido gnóstico de iluminação intelectual, mas luz porque anuncia a Palavra de Deus que muda o coração de seu povo e também curava, dava a salvação plena a este povo. Como o povo que viu brilhar uma grande luz num contexto de opressão exílica, assim hoje queremos que Jesus nos ajude a ter decisões verdadeiramente cristãs e iluminar a nossa vida e das pessoas. Esse é o seguimento de uma vocação batismal. Nesse sentido não pode haver discordâncias em comunidade advinda de partidos por este ou aquele, pregar o Evangelho segundo São Paulo é anuncia a Cruz de Cristo, esse amor entrega que num contexto de várias catástrofes pode ser através de ações concretas para ajudar as pessoas. aí sim as pessoas vão ter certeza que o "Senhor é proteção de minha vida".

3º esquema.
"Eles imediatamente deixaram a barca e o pai, e o seguiram".
O que impulsiona o cristão é saber que Jesus é o Senhor e com seu amor transforma a nossa vida, não há outro motivo para um ser humano largar o trabalho e o relacionamento familiar. Não é uma renuncia vazia, mas por algo maior, como diz a oração inicial, para frutificar. O Senhor é luz para os desesperados, esperança, e somos chamados a iluminar aqueles que não tem mais esperança, como aqueles que voltaram do exílio. O fruto maior, não são obras ou palavras, mas obras e palavras que transmitam esse amor de Deus e construam comunidade, aí entendemos porque São Paulo diz que não foi enviado para batizar mas para pregar, nesse sentido é construir comunidades que vivam sem divisões, mas na concórdia, aí não somente cada um, mas a Igreja se torna luz do mundo, porque ela como Santuário do Senhor, Santuário da Palavra de Deus, tornar-se luz do mundo, o amor de Deus é visto na Igreja.

2º Domingo do Tempo comum A

2º Domingo do Tempo comum A

1.                   Informações básicas
- Testemunhar o Cordeiro de Deus.
- Oração – Escutai as preces do vosso povo.
- Leituras: Is 49,3.5-6; Sl 39; 1 Cor1,1-3; Jo 1,29-34 


2. Esquemas

1º Esquema
Eis o Cordeiro de Deus... A epifania do Senhor continua no Tempo Comum, quando Jesus é apresentado por São João Batista, como o Cordeiro de Deus, aquele que pela sua entrega iria cumprir a profecia de Isaías, um servo perfeito que uniria o Povo a Deus e seria mais do que servo luz nações, para todos os povos. Nós também somos desse povo e queremos ser santos no Senhor, que a graça de Deus possa triunfar em nossos corações e com prazer fazer a vontade de Deus.

2º Esquema
“Porque existia antes de mim”...O testemunho não é somente uma palavra ou um gesto qualquer, testemunho é como São João Batista reconhecer que Jesus é o Salvador, a Palavra de Deus que exista sempre e se encarnou para ser o Cordeiro imolado de Deus para a salvação da humanidade, fora isso, pregaremos um Jesus de estória de criança, uma historinha dentre muitas. Testemunhar com a vida e a palavra que Jesus é a luz das nações, o salvador e não há outro salvador, não deve haver tergiversação alguma, como nos diz São Paulo dirigindo-se aos que invocam o nome de Jesus como Deus e salvador, e na sua graça cumprir com prazer a vontade de Deus.

3º Esquema

“Aquele sobre quem vires o Espírito descer e permanecer...” A epifania do Senhor Jesus continua no tempo pela ação do Espírito Santo, nesse Espírito somos imersos (batizados) de tal forma que todo nosso ser proclama que Jesus é o Senhor. Jesus é o servo que vem para cumprir a vontade do Pai e ser luz das nações, mas nós N’Ele somos também verdadeiros servos de Deus e luz para as nações pela graça do pai e do Senhor Jesus, graça que nos faz outros cristos, isto é, verdadeiros templos do Espírito Santo, que por obras proclamam que fazem com prazer a vontade de Deus e assim exercem o sacrifício perfeito. 

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Batismo do Senhor A

Batismo do Senhor A

1. Informações básicas
- Batismo e Missão
- Oração – Renascidos da água e do Espírito, perseverar no amor de Deus.
- Leituras: Is 42,1-4.6-7; Sl 28; At 10,34-38; Mt 3,13-17.

2. Esquemas

1º Esquema
Então o céu se abriu e Jesus viu o Espírito de Deus descendo como pomba... No Batismo de Jesus, pelo qual ele santifica as águas, o Pai o declara amado e o Espírito paira, a Criação é refeita pelo mergulho nas águas. A partir desse momento o Batismo não é somente uma vontade humana de conversão, como o Batismo de João, mas é ser mergulhado no Espírito e ser purificado na vida nova, transformados pelo Espírito do Cristo Morto e Ressuscitado podemos como o servo da primeira leitura praticar obras de justiça e da graça, ser verdadeiros missionários como nos diz São Pedro na segunda leitura, que Deus nos abençoe, a iniciativa é Dele, nos transformando para tributarmos a Ele toda glória, por palavras e obras.

2º Esquema
Este é meu filho amado...O sonho messiânico é que surgisse um servo de Deus verdadeiro que estivesse tão unido a Deus que suas palavras e obras revelassem o próprio Deus, esse sonho-profecia cumpriu-se em Jesus Cristo, por isso o seu Batismo é a epifania da Trindade, o início de sua missão messiânica. Jesus, como no dizer de São Pedro, é o ungido por Deus com o Espírito Santo e com poder, nós somos associados a essa missão pelo Batismo, imersos na Trindade Santíssimos, recebemos a bênção do Senhor, para proclamarmos com a vida e a palavra: Glória ao Senhor.

3º Esquema
“Eu preciso ser batizado por ti, e tu vens a mim?”.... A consciência de ser criatural é a consciência de São João Batista que o leva a acolher o Messias e batizá-lo, essa consciência devemos ter para contemplar a Trindade revelada em Jesus Cristo, no seu Batismo, vê-Lo como o Servo que veio para estabelecer a justiça sobre a terra, o centro da Aliança de Deus com o seu povo, no dizer de Isaías, reconhecendo ser criaturas nos abrimos a graça Batismal que está em nós, e assim pela Unção do Messias somos assumidos pelo Pai como filhos amados, e assim teremos toda a paz e bênção para sempre.       


Epifania do Senhor

Epifania do Senhor

1. Informações básicas
- Revelação de Deus a todos os povos
- Oração – Hoje revelastes o vosso Filho às nações.
- Leituras: Is 60, 1-6; Sl 71; Ef 3,2-3a.5-6;Mt2,1-12.

2. Esquemas

1º Esquema
Viemos do Oriente adorar o Rei... O sonho de Isaías se cumpre, a salvação que está em Sião agora é reconhecida pelas nações (gói), nos reis, eles representam cada um de nós que reconhecem no menino a presença plena de Deus, no seu ajoelhar, o reconhecimento da divindade está a adoração de cada ser humano, enquanto a epifânia do Natal se restringe aos pastores de Israel, nos magos está todos os seres humanos, no dizer de Paulo, os pagãos são admitidos à mesma herança de Israel, por isso a Epifânia é a festa das nações, que hão de adorar a Deus.

2º Esquema
Ofereceram presentes: ouro, incenso e mirra. Nos três presentes está a nossa vida que reconhece naquele menino o Rei que vem para servir o ser humano dando-lhe a salvação plena cujo cume é a cruz, a mirra pó utilizado no sepultamento, e finalmente o incenso reconhecendo que aquele serve através da sua morte é Deus e vem nos trazer a salvação plena. É tudo isso que o Profeta Isaías disse que as nações viriam buscar e na promessa feita aos patriarcas agora todos os povos podem participar da salvação plena.

3º Esquema

Ao verem de novo a estrela, os magos sentiram uma alegria muito grande. Na busca dos magos está a busca de cada ser humano por salvação e vida. Por isso, a alegria deles é nossa alegria, buscamos ainda essa salvação e queremos hoje nos alegrar por contemplar no Filho de Deus encarnado Deus (incenso), o Rei (ouro) e o ser humano mortal (mirra), no hoje da Liturgia queremos ir a Sião contemplar essa salvação e tomar posse da promessa e da herança que nesse menino nos é dada.      

Santa Mãe de Deus

Santa Mãe de Deus

1. Informações básicas
- Santa Maria Mãe de Deus
- Oração – Virgindade Fecunda de Maria.
- Leituras: Nm 6, 22-27; Sl 66; Gl 4,4-7; Lc 2, 16-21.

2. Esquemas

1º Esquema
Encontraram Maria e José... Na plenitude do templo Deus nasce de uma mulher, a participação dessa mulher no processo salvífico nos faz ver como deve ser nosso relacionamento com Deus, Maria virgem, totalmente fiel ao projeto de Deus, e Mãe, o relacionamento mais pleno com Deus, nos guia como deve ser o nosso relacionamento com Deus, esse relacionamento é no tempo, por isso no início de cada ano nos faz pedir que essa bênção, Deus quer nos fazer o bem, e que Maria interceda por nós para que saibamos como ela nos relacionar com Deus.

2º Esquema
Deram-lhe o nome de Jesus, o filho da Virgem tem o nome de que Deus se faz carne para salvar o ser humano, a bênção de Deus agora está presente na carne, no filho que nasceu de uma Virgem e Mãe, o Nome de Deus está perto, a sua presença agora se relaciona plenamente conosco, que Deus faça com que nesse ano a sua graça e sua bênção esteja sempre conosco através do Mediador Jesus.

3º Esquema
Maria Mãe de Deus, muitas vezes não se entende esse dogma, Mãe é aquela que gera, mantém no ventre e dá à luz, é impossível separar a essência de Deus, por isso Maria gerando o Filho de Deus, é mãe de Deus, por Jesus ser homem tem que nascer de uma mulher e por ser Deus tem que nascer de uma Virgem, que Maria, a mãe da bênção, possa interceder para que o ano que se inicia esteja pleno da presença, da bênção de Deus.     

Sagrada Família A

Sagrada Família A

1. Informações básicas
- Modelo de Família
- Oração – Sagrada Família como exemplo.
- Leituras: Eclo 3,3-7.14-17; Sl 127; Cl 3,12-21; Mt 2,13-15.19-23.

2. Esquemas

1º Esquema
José pegou o menino e sua mãe... A Sagrada Família é o exemplo de toda e qualquer família ou comunidade, porque vive plenamente o amor da Santíssima Trindade no relacionamento mútuo. A Sagrada Família passou por problema e aflições como nossas famílias hoje passam, mas mesmo assim viveram o que as leituras dessa Santa Missa nos propõe, o respeito, a concórdia, a obediência, por isso peçamos que o temor a Deus aumente cada dia mais em nossas famílias, para que com a graça de Deus vençamos as dificuldades desta vida e participemos para sempre da família de Deus.

2º Esquema
José... O protagonista da Sagrada Família neste Evangelho é São José, ele como o pai protege e conduz sua família para estar a salvo das perseguições e em meio a tanta tribulação permanece justo e integro diante de Deus e diante dos homens. Em nossas famílias esta honra deve ser dada ao pai e a mãe, como educadora deve ajudar os filhos a conviverem na vida familiar, e os filhos criados na obediência que os faz crescer na alegria da vida e não na perseguição e na intimidação, que São José interceda por nós para que nossas famílias sejam abençoadas e sejam como a Sagrada Família, louvando a Deus para sempre. 

3º Esquema

“Foi morar numa cidade chamada Nazaré”. A Sagrada Família não vive numa redoma de vidro afastada das pessoas, incomunicáveis, mas se inserem na vida de uma cidade, São José com sua profissão, Maria cuidando da Casa e Jesus sendo-lhes submisso. Nós também, vivendo na alegria e tribulação das nossas cidades, não podemos perder o espírito da Sagrada Família, por mais pressão que sofremos, os filhos devem ser formados na obediência da liberdade, os pais sejam provedores e autoridades amadas, as mães, como grande educadores conduzam suas famílias até Deus, pois são felizes os temem o Senhor e trilham seus caminhos, até o dia de todos nós estarmos para sempre na Família de Deus. 

Natal Dia

Natal Dia

1.                  Informações básicas
- Deus assume a natureza humana 
- Oração – dai-nos participar da divindade de vosso Filho.
- Leituras: Is 52, 7-10; Sl 97; Hb 1,1-6; Jo, 1,1-18.

2. Esquemas

1º Esquema
E a Palavra se fez carne e armou tenda entre nós... Deus acompanhou seu povo no deserto habitando em Tenda, o símbolo maior de ser nômade, daqueles que no deserto procuram a terra prometida, agora a Tenda de Deus não é feita de pele de animal, mas de pele humana, Deus assume totalmente a natureza humana, para nos fazer participar da divindade, como em Hebreus, esses tempos são os últimos porque o que foi anunciado foi cumprido Deus envia seu próprio filho, essa é a mensagem maior do profeta Isaías, o anúncio da redenção do exílio chegou, a Salvação de Deus se faz presente para sempre no meio da humanidade.

2º Esquema
No Princípio era a Palavra... A expressão plena de Deus, o esplendor da glória do Pai, Eterno, se faz carne, e agora Deus entra em relação plena com o ser humano através de uma criança, a Palavra que se faz carne pela ação do Espírito e nasce, agora vemos e ouvimos Deus num ser humano, o relacionamento é pleno e somos agora em Cristo gerados filhos de Deus, participantes da Divindade nascemos agora por vontade de Deus, o Natal é essa alegria plena anunciada pelos profetas, Deus quer que estejamos com Ele e nos propicia isso na Palavra que se faz Carne.

3º Esquema
E a luz brilha nas Trevas, a Palavra é luz para os passos humanos, agora essa Palavra não está mais escondida no recôndito da Divindade, mas se manifestou entre nós, para que cada ser humano possa participar da Divindade não como escravo mas como filhos gerados pela graça trazida por Cristo. No Filho do Pai encarnado e nascido contemplamos o Mistério de Deus que se manifesta historicamente, cada um de nós é convidado a contemplar a salvação de Deus e anunciar ao mundo, A Salvação de Deus se fez carne e armou tenda entre nós.    

Natal Noite

Natal Noite

1.                  Informações básicas
- A Luz rompe nas trevas 
- Oração – Verdadeira Luz.
- Leituras: Is 9, 1-6; Sl 95; Tt 2,11-14; Lc 2, 1-14.

2. Esquemas

O simbolismo da luz: a Luz rompe as trevas, trevas não é somente escuridão, mas é o caos total, a falta de vida, é morte, a Luz dissipa as trevas e vai organizando a Criação (Gn 1) e guia o ser humano. Por isso, é perfeitamente válido relacionar luz com verdade e vida.

1º Esquema
A Glória do Senhor os envolveu em luz... A manifestação plena de Deus acontece situada na história, a marca do contexto judaico-cristão, Deus é plena verdade manifestada e situada na História, não é um mistério etéreo mas real, no dizer de Paulo manifestado . Por isso, o anúncio feito pelo anjo é revestido da glória de Deus, num recém-nascido sem qualquer resplendor, naquela vida humana os pastores pobres são chamados a contemplar a vida plena. Da mesma maneira que os exilados do Reino do Norte na visão de Isaías podiam ter a esperança da salvação. O canto novo dos libertos é esse hoje nasceu o salvador.

2º Esquema
Na noite santa rompe a luz que se fez carne, o ser humano que andava nas trevas agora pode contemplar a Palavra que guia o ser humano e que dá a salvação. Numa criança, num ser indefeso está a presença do Todo-poderoso, Deus se faz próximo a pastores pobres, e cada um de nós, pode alegrar-se pelo nascimento de um menino, que traz esperança aos nossos corações. Natal é a criança que vem a luz, vem à convivência humana, e no caso Deus feito carne quer entrar em relação plena conosco, o Universo rejubila, hoje nasceu o Salvador.

3º Esquema
Maria deu à luz seu Filho Primogênito... Muitas vezes ouvimos sobre o Espírito do Natal, esse é o Espírito, Deus quis nascer de uma mulher, quis assumir totalmente a raça humana, inserido na História, em meio a pobreza, um menino foi-nos dado, a salvação se faz carne, Deus entra em relação conosco não como um Senhor de escravos, mas como uma criança, o indefeso quer nos atrair para seu convívio. Esse é o mistério que se manifesta e que ilumina as trevas e nos dá a vida. Por isso, o verdadeiro Espírito do Natal é Hoje nasceu para nós o Salvador que é Cristo, o Senhor.   

4º Domingo do Advento A

4º Domingo do Advento A

1.                   Informações básicas
- Eis que a virgem conceberá...
- Oração –  conhecendo pela mensagem do anjo a encarnação de vosso Filho.
- Leituras:Is 7,10-14; Sl 23; Rm 1,1-7; Mt 1,18-24. 


2. Esquemas

1º Esquema
Eis que a virgem conceberá... Na proximidade do Natal, o mistério da Encarnação é vivido na Liturgia do quarto domingo do Advento. A promessa feita pelo profeta Isaías, que uma virgem conceberá, uma virgem a imagem da fidelidade a Deus concebe o Emanuel, o Deus que está conosco. São José, o justo, da descendência de Davi, assume plenamente o filho que vem de Deus, o Mistério da Salvação entra no mundo e será manifestado no Natal do Senhor, por isso, a convite do salmo abramos as portas para que o Senhor entre.

2º Esquema
Porque ela concebeu pela ação do Espírito Santo... O espírito do Natal, é a gratuidade que nos proporciona uma alegria que brota da graça de Deus, a exemplo da Virgem Santíssima, esse espírito brota da encarnação do Verbo, mistério manifestado na carne, e que nos exige a obediência da fé, por isso o melhor modo de nos prepararmos para o Natal é a acolher o Dom da Redenção,  que cada presente, cada desejo, que a preparação das mesas, esteja presente esse espírito de Doação de Deus, que nos faz ser doantes também a nossos irmãos e irmãs, e assim que o mundo louve ao Senhor nosso Deus.


3º Esquema

Ela dará a luz um filho, e tu lhe dará o nomes de Jesus, pois ele vai salvar o seu povo dos seus pecados... Deus nos salva por uma família constituída, o Verbo encarna-se e assume todo o processo de formação humana numa família, e a Mãe e virgem, concebe e acolhe o filho de Davi, tem São José como pai nutrício que o insere na descendência de Davi segundo a carne. A salvação cristã não é somente um pensamento positivo reforçado a cada ano, mas é Deus que adentra à História humana para redimi-la, a verdadeira alegria, hoje é o momento de acolhermos esse mistério manifestado na carne e do Deus de Israel busquemos a face, pois Deus se fez carne. 

3º Domingo do Advento A

3º Domingo do Advento A

1.                  Informações básicas
- “Ide contar a João o que estais ouvindo e vendo: os cegos recuperam a vista...”
- Oração –  celebrar as alegrias da salvação com intenso júbilo na solene liturgia.
- Leituras: Is 35,1-6.10; Sl 145; Tg 5,7-10; Mt 11,2-11.



2. Esquemas

1º Esquema
“Ide contar a João o que estais ouvindo e vendo: os cegos recuperam a vista...” O Advento é marcado pela espera gozosa do Salvador, nessa espera devemos contemplar os sinais do Salvador, por isso João Batista envia seus discípulos para discernirem os sinais do Messias em Jesus, como também o profeta Isaías discerne os sinais da salvação de Deus na Jerusalém renovada depois dos sofrimentos Deus vem com a salvação que encarna na história, nós também devemos vislumbrar os sinais da salvação em meio ao sofrimento, como a paciência do agricultor no cultivar a semente no dizer de São Tiago, por isso que não tenhamos dúvida: o Senhor vem para salvar o povo que é Dele.

2º Esquema
“O que fostes ver no deserto... um caniço agitado pelo vento?” João Batista é o último profeta pois aponta para o Salvador em meio ao seu povo, profeta caracterizado pela firmeza e clareza de posições e não pela hipocrisia que se adapta ao politicamente correto, aos contentamentos humanos, profeta que é exemplo para cada um de nós que estamos no Reino de Deus, chamados a ter a firmeza de posição em prol da salvação de Deus, nada de joelhos vacilantes perante a salvação, mas com passos firmes seguir em frente em nosso trabalho, com a paciência do agricultor, nós também trabalharemos pelo Reino na certeza de que o Senhor nosso Deus reinará para sempre.

3º Esquema

“O menor no Reino é maior do que ele...” O Reino de Deus está no meio de nós e pela graça batismal devemos ser profetas que anunciem a presença do Salvador através de ações concretas de salvação, assim as pessoas terão a certeza de que Deus está no meio de nós, não pela nossa própria força mas pela graça de Deus, isso trará sofrimento mas nós devemos ter a firmeza dos profetas apontando para a Nova Sião, a Jerusalém Celeste, onde não mais haverá dor nem pranto, eu Deus nos faça verdadeiros profetas que a exemplo de João Batista preparem o seu advento. 

terça-feira, 1 de novembro de 2016

2º Domingo do Advento A

2º Domingo do Advento A

1.                   Informações básicas
-Convertei-vos
- Oração –  nenhuma atividade impeça correr ao encontro de Cristo.
- Leituras: Is 11, 1-10; Sl 71; Rm 15,4-9; Mt 3,1-12. 


2. Esquemas

1º Esquema
Convertei-vos... A mudança de mentalidade que é exigida pela proximidade do Reino de Deus em Jesus Cristo é anunciada por São João Batista, ele prepara para o Senhor um povo bem disposto através de um batismo de conversão. O Messias que foi anunciado por Isaías é aquele que nasce do tronco de Jessé para instituir um Reino de Paz e de Justiça, principalmente a nós, que glorificaremos os Senhor por sua misericórdia para conosco e experimentaremos a justiça eterna.


2º Esquema
João os batizava... O batismo de João é um batismo de conversão, o qual expressava o arrependimento das pessoas que confessavam seus pecados, e João demonstrava a necessidade desse arrependimento para acolher o Messias que viria para batizar com fogo, para transformar as pessoas a partir de dentro, um batismo que realizaria um reino de paz e de justiça do Messias prometido por Isaías e que São Paulo demonstra que ele vem para salvar toda a humanidade. Bendito o seu nome para sempre!


3º Esquema

Ele está com a pá  na mão... A visão do Messias não é somente paz e tranqüilidade, sim o é, mas para que isto aconteça, para que a promessa de Isaías se realize é necessário uma conversão profunda, pois querendo ou não a Justiça virá, por isso um coração convertido é o melhor modo de acolhermos o Messias que veio e que virá, um coração que glorifica a Deus pelas sua graça e misericórdia, e também por sua justiça que floresce em nosso meio. 

1º Domingo do Advento A

1º Domingo do Advento A

1.                  Informações básicas
-Expectativa pela vinda do Senhor.
- Oração –  ardente desejo pelo Reino celeste.
- Leituras: Is 2, 1-5; Sl 121; Rm 13,11-14; Mt 24, 37-44. 


2. Esquemas

1º Esquema
“A vinda do Filho do homem será como no tempo de Noé...” Tempo do Advento é a alegre expectativa para a vinda do Senhor, por isso devemos saber que na nossa vida, no nosso cotidiano o Senhor virá e devemos estar vigilantes, atentos (gregoreite), em pé na posição de ressuscitados aguardando o Senhor que vem, o Senhor que virá para julgar as nações no dizer de Isaías, e a nós compete acolher a Palavra do Senhor nessa preparação, procedendo honestamente como em pleno dia, por isso que alegria é ir ao encontro do Senhor.


2º Esquema
“Ficai preparados”... O verdadeiro vigiar é estar preparados para a vinda do Senhor, não uma histeria aguardando um déspota, e nem aguardar como um empregado bêbado o senhor que vem, subir a Sião, ir ao encontro do Senhor hoje, guardando sua lei e sua Palavra é o melhor modo de estar preparados, pois assim cumpriremos sua vontade em nossa vida, renunciado a todo o pecado como no dizer de São Paulo, despojando-nos das obras das trevas vamos ao encontro do Senhor, na alegria vamos ao seu encontro.

3º Esquema

“Ficai atentos, porque não sabeis em que dia virá o Senhor”... O discípulo do Senhor deve estar sempre vigilante, isto é, viver como filho da luz, despojado das obras das trevas e procedendo honestamente, acolheremos o Senhor que voltará, assim não temeremos a volta do Senhor, e mesmo não sabendo a hora estaremos preparados, porque acolhendo a Palavra do Senhor em nosso coração produziremos frutos do Espírito para essa Vinda, na alegria iremos então para a Casa do Senhor. 

Cristo Rei C

Cristo Rei C

1.                   Informações básicas
- o Reinado Eterno 
- Oração – libertos e servindo à Vossa Majestade.
- Leituras: 2 Sm 5,1-3; Sl 121; Cl 1,12-20; Lc 23,35-43. 

2. Esquemas

1º Esquema
“Se és o rei dos judeus, salva-te a ti mesmo!”... Jesus é rei porque veio servir seu povo na sua doação plena, os soldados tem um visão humana, egoísta, do ser rei, rei é aquele que tem o poder para salvar a si mesmo, para chamar a atenção sobre si, Jesus é Rei porque traz a plenitude da salvação, a nossa alegria é o como o povo de Hebron dizer do nosso rei que Ele é Deus sim, mas carne de nossa carne e osso de nossos ossos, Jesus tendo a mesma natureza que nós em sua realeza nos comunica a divindade, a participação em Deus, pois ele é a imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação, e no seu Reino Eterno queremos entrar para na Casa do Senhor nos alegramos para sempre.


2º Esquema
“Este é o rei dos judeus”... O trono de Jesus é a cruz e nela está o titulo de seu reinado, Ele é o nosso Rei e na cruz dá a vida para a nossa salvação, a glória está na plenitude de sua doação, de sua entrega. Na Cruz o Pai o constitui o grande Pastor das Ovelhas e nosso rei e chefe, não um poder estéril que quer chamar a atenção sobre si, mas um poder que brota do amor da Trindade que quer a participação de cada ser humano na essência divina, pois através desse trono Deus nos recebeu no reino de seu Filho Amado por quem nós temos a redenção e o perdão dos pecados, por isso participemos da memória da Cruz na Eucaristia, para um dia entrarmos alegres e felizes para sempre na Casa do Senhor.

3º Esquema
“Em verdade eu te digo, ainda hoje estarás comigo no paraíso”... Somos todos pecadores, e ninguém pode excluir-se de estar no lugar desse dependurado no madeiro que é esse ladrão, justamente sofremos a consequência de nossos pecados, e queremos nessa humanidade pecadora em que vivemos clamar para o Rei dos reis, lembra-te de nós Senhor em teu reinado, nessa aliança eterna do Filho de Davi queremos participar, em seu reinado eterno no qual somos redimidos de todo o pecado, para que assim a paz da cruz seja derramada em nosso coração, para que um dia todos juntos possamos estar felizes na Casa do Senhor.

33º Domingo do Tempo comum C

33º Domingo do Tempo comum C

1.                   Informações básicas
- A vinda do Filho do Homem 
- Oração – Alegria em servir a Deus de todo coração.
- Leituras: Ml 3,19-20; Sl 97; 2 Ts 3,7-12; Lc 21, 5-19.

2. Esquemas

1º Esquema
É permanecendo firmes que ireis ganhar a vida!... Caminhando para o final do Ano Litúrgico, somos convidados a pensar no nosso fim último e na perseguição do “Dia do Senhor”, o grande Dia no dizer do profeta Malaquias, diante das perseguições e provações somos convocados a ficar firmes sobre a graça de Deus, por outro lado nada de utilizar o fim dos tempos como pretexto para não atuar no mundo como no dizer de São Paulo, quem não trabalha por causa do fim não deve comer, mas deve comer na tranqüilidade o próprio pão fruto do trabalho honesto, enfim, entreguemo-nos nas mãos do Senhor, o juiz que julgará com Justiça. 

2º Esquema
“Cuidado para não serdes enganados”... Muitos se aproveitam do sofrimento humano, principalmente do medo da morte e do fim do mundo, por isso Jesus já alerta para aqueles que querem instrumentalizar os outros pelo medo, vamos enfrentar sofrimentos, baseados na graça de Deus enfrentaremos o fim na perseverança, contemplar o fim para o cristão deve ser razão de esperança, São Paulo também alertava pessoas que utilizavam o Fim do mundo para não trabalhar, por isso diante do Fim devemos trabalhar, fazendo o bem sempre, que Deus nos dê a graça da perseverança até o dia de estarmos à frente do justo juiz. 

3º Esquema

“Dias virão em que não ficará pedra sobre pedra”...a profecia sobre o Templo de Jerusalém pode ser estendida para o Fim do Mundo, não ficará nada em pé, tudo será transformado por Deus, o pensar no Fim do Mundo deve nos levar ao desapego dos bens, e cultivar o temor de Deus, como diz Malaquias, quem tem esse temor acolherá com alegria a vinda do Senhor, por outro lado, nada de tomar o fim como pretexto para não construir o Reino a partir daqui, a completude dos tempos na eternidade deve nos levar a trabalhar por Deus, o justo Juiz que um dia nos julgará. 

Todos os santos

Todos os Santos

1.                   Informações básicas
- A Comunhão dos Santos
- Oração –  celebrar numa só festa os méritos de todos os santos
- Leituras: Ap 7, 2-4.914; Sl 23; 1 Jo 3, 1-3; Mt 5, 1-12


2. Esquemas

1º Esquema
Bem-aventurados.... Makarioi...Feliz, bem-aventurado aquele que sabe ser pobre e deixa a graça de Deus agir, felizes são aqueles que lutam pela justiça, mas ao mesmo tempo sabem que a plenitude da justiça só está em Deus, são esses que um dia se prostrarão diante do Trono e do Cordeiro, aqueles que lavaram suas vestes no sangue do Cordeiro, quando se manifestará aquilo que somos, filhos de Deus, e juntos cantaremos: “É assim a geração dos que procuram o Senhor”.

2º Esquema
Bem-aventurados os que promovem a paz, porque estes são chamados filhos de Deus, aqueles que nesse mundo vivem a graça de Deus, aqueles que trabalham não por uma paz como ausência de guerra, mas promovendo a justiça propiciam vida plena aos seres humanos que os rodeiam. Santo não é um alienado, mas aquele que sabe-se filho de Deus e vive essa vocação juntamente com seus irmãos, sabe que um dia estaremos juntos na mansão celeste, prestando o louvor perfeito a Deus que é uma vida sem mancha “Quem tem mãos puras e inocente coração”.

3º Esquema
Bem-aventurados os perseguidos... aquele que é pobre, e procura a Deus, que busca a justiça através de um coração puro, contradiz o que o mundo prega, esses lavam as vestes no sangue do cordeiro, porque unem seu viver ao viver do Cordeiro, por isso, um dia viverão para sempre diante de Deus, num povo que abrange todas as raças e línguas, (144.000), vendo a Deus como ele é, esses morarão para sempre na casa do Senhor. 

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

31º Domingo do Tempo Comum C

31º Domingo do Tempo Comum C

1. Informações básicas
- O Filho do Homem veio procurar e salvar o que estava perdido
- Oração – Deus concede a graça de servir
-  Sb 11,22-12,2; Sl 144; 2 Ts 1,11-2,2; Lc 19, 1-10.

1º Esquema
“Jesus olhou para cima” . Sempre é Deus que nos olha na sua complacência e no seu amor, pois ama a sua criação como na primeira leitura, agora é Deus que se faz carne, se faz homem, se faz pequeno, para olhar para o ser humano, e assim convidá-lo ao encontro salvífico, assim fez Jesus com Zaqueu, cuja disposição de conversão surge exatamente dessa kenosis divina que o atrai a si, nós também vocacionados a salvação no dizer de São Paulo, queremos e devemos nos abrir a esse chamado divino de voltar para a casa do Pai, para bendizê-lo eternamente.

2º esquema
“Hoje eu devo ficar na tua casa”. Jesus não se importa com os olhares reprovadores que o julgam por entrar na intimidade de Zaqueu, daquele que é pecador publico, mas como vem para salvar Jesus quer entrar na vida de Zaqueu para chamá-lo à conversão, e o resultado vem com certeza, pois de todos tem compaixão e até fecha os olhos para os pecados dos seres humanos para que sejam atraídos ao seu amor. Que cada um de nós também possa viver essa experiência de intimidade salvífica para que o nome do Senhor seja glorificado em cada um nós e sejamos um louvor de Deus, e a partir da terra já possamos bendizê-lo não só com os lábios mas com a vida, para o fazê-lo eternamente.

3º esquema

“O Filho do Homem veio procurar e salvar o que estava perdido” Jesus veio para salvar os pecadores, e Zaqueu depois de ser atingido pelo amor e pela intimidade com o Senhor, em pé, na posição de ressuscitado, proclama atitudes de conversão que toma a partir desse encontro. A salvação entra na sua casa, no seu coração. Deus nos ama nos trata com bondade, mesmo que pecadores, também nós queremos ter atitudes de conversão por isso, devemos nos abrir nesse encontro eucarístico para o Senhor Jesus que quer estar unido a nós, como nos diz São Paulo, pois o Senhor não somente tem misericórdia, Ele é misericórdia eterna na qual vivermos eternamente. 

domingo, 4 de setembro de 2016

30º Domingo do Tempo Comum C

30º Domingo do Tempo Comum C

1. Informações básicas
- Só Deus pode nos tornar justos.
- Oração – aumentai em nós a caridade.
-  Eclo 35,15-17.20-22; Sl 33; 2 Tm 4,6-8.16-18; Lc 18,9-14.


1º Esquema
“... que confiavam na própria justiça e desprezavam os outros”... Só Deus pode nos tornar justos, por isso o erro do fariseu não foi dar graças pelas obras, mas achar que elas provinham de sua própria justiça, não confiou na graça de Deus e ainda desprezou o outro pecador colocando-se acima da raça humana, tornando-se deus, por isso só o humilde, aquele que se sabe pobre e pecador pode verdadeiramente se justificado por Deus, porque como o órfão e a viúva, sabem que a sua única justiça é Deus, assim São Paulo é um bom exemplo, depois de uma caminhada de fé, ficando sozinho, crê perfeitamente que o Senhor esteve sempre a seu lado e o liberta de todo mal, por isso que cada um de nós saiba que somos dependentes de Deus e só o Senhor liberta a vida de seus servos.

2º esquema
“Ó Deus, eu te agradeço porque não sou como os outros homens”... O ser humano na sua arrogância crê que pode salvar a si mesmos, teorias como a reencarnação por exemplo, coloca isso em perspectiva é pelo próprio esforço do homem que ele se salva, somente se salva aquele que como o cobrador de impostos, reconhece-se pecador, esmoler da graça de Deus, somente se salva aquele que confia na graça de Deus, de um Deus que faz justiça aos justos e executa o julgamento, e mesmo como São Paulo, ao estarmos sós no final da nossa caminhada que reconheçamos que tudo é graça de Deus e assim possamos proclamar combati o bom combate, completei a corrida, guardei a fé. Que Deus nos dê a graça de assumirmos que somos pobres e pecadores, e assim saibamos que o pobre clama e Deus escuta.

3º esquema

“...quem se humilha será elevado”... Somente quem sabe-se pobre e pecador permite que a graça de Deus aja e assim pode ser justificado, aquele que se acha justo, que quer apresentar uma conta de suas obras para Deus nunca será justificado porque crê que ele mesmo se salva. A humildade é condição imprescindível para ser salvo, para aprender a rezar, para ter a Deus perto de si. São Paulo no final da vida, fazendo uma retrospectiva, pode assim proclamar que apesar de tanto sofrimento guardou a fé por obra de Deus, porque Deus sempre esteve ao seu lado. Que experimentemos na vida a pobreza evangélica e saibamos que Deus está com o justo e ouve a prece dos humildes. 

29º Domingo do Tempo comum C

29º Domingo do Tempo comum C

1.                  Informações básicas
- Oração persistente
- Oração – A graça de servir a Deus.
- Leituras: Ex 17, 8-13; Sl 120; 2 Tm 3, 14-4,2; Lc 18,1-8.


2. Esquemas

1º Esquema
“Jesus contou aos discípulos uma parábola, para mostrar-lhes a necessidade de rezar sempre e nunca desistir”. A viúva é o ser humano mais desprotegido, não tem mais nada a perder, por isso o juiz injusto tema a sua agressão, pois de um ser humano que sabe-se totalmente indefeso a única coisa que resta é clamar e implorar, assim devemo-nos portar na oração, oração insistência e que não desiste, pois sabemo-nos totalmente dependente de Deus que nos atende. Como também a oração de Moisés, o qual ergue os braços para apontar para Deus. Por isso que nossa oração seja insistente, mas esclarecida pela Sagrada Escritura, para que ao orar saibamos a quem estamos clamando, não a um Juiz iníquo, mas a um Pai que nos educa e do qual sabemos que vem o nosso socorro.

2º Esquema
 “E Deus não fará justiça aos seus escolhidos, que dia e noite gritam por ele?” Escolhidos são aqueles que tem a Deus por Pai, esses como filhos querem pedir e ter o coração uno com seu Deus e Pai, e querem experimentar em suas vidas a salvação que somente pode vir Dele. Filhos que erguem suas mãos para Deus, e a todo o momento em suas vidas tem o coração voltado para Ele, como Moisés, e precisam da ajuda da comunidade para serem verdadeiros homens e mulheres de oração. Assim como Timóteo podem permanecer firmes no Senhor, e qualificados para toda boa obra, sendo discípulos e missionários, testemunhando que é do Senhor que vem o nosso socorro.

3º Esquema

“Mas o Filho do homem, quando vier, será que ainda vai encontrar fé sobre a terra?” A fé, a confiança de que Deus vai nos escutar, é que nos possibilita orar insistentemente e sem qualquer tipo de desistência, a questão que Jesus levanta é será que os seres humanos com a visão de Deus como um juiz iníquo vão ter ainda fé quando Ele retornar, por isso é necessário ter a persistência de Moisés que via a Deus como aquele que tem bondade e misericórdia (cf. Ex 33, 18-20), assim pois Moisés tem fé para interceder pelo povo, pois confia na bondade de Deus para com seu povo, da mesma forma a fé de Paulo que confiantemente aguarda vinda do Senhor ou a de Timóteo, que Deus nos mostre sua verdadeira face e que encontrando N’Ele o nosso socorro hoje possamos ir tranqüilos ao seu encontro na Eternidade. 

1.                  Informações básicas
- Oração persistente
- Oração – A graça de servir a Deus.
- Leituras: Ex 17, 8-13; Sl 120; 2 Tm 3, 14-4,2; Lc 18,1-8.


2. Esquemas

1º Esquema
“Jesus contou aos discípulos uma parábola, para mostrar-lhes a necessidade de rezar sempre e nunca desistir”. A viúva é o ser humano mais desprotegido, não tem mais nada a perder, por isso o juiz injusto tema a sua agressão, pois de um ser humano que sabe-se totalmente indefeso a única coisa que resta é clamar e implorar, assim devemo-nos portar na oração, oração insistência e que não desiste, pois sabemo-nos totalmente dependente de Deus que nos atende. Como também a oração de Moisés, o qual ergue os braços para apontar para Deus. Por isso que nossa oração seja insistente, mas esclarecida pela Sagrada Escritura, para que ao orar saibamos a quem estamos clamando, não a um Juiz iníquo, mas a um Pai que nos educa e do qual sabemos que vem o nosso socorro.

2º Esquema
 “E Deus não fará justiça aos seus escolhidos, que dia e noite gritam por ele?” Escolhidos são aqueles que tem a Deus por Pai, esses como filhos querem pedir e ter o coração uno com seu Deus e Pai, e querem experimentar em suas vidas a salvação que somente pode vir Dele. Filhos que erguem suas mãos para Deus, e a todo o momento em suas vidas tem o coração voltado para Ele, como Moisés, e precisam da ajuda da comunidade para serem verdadeiros homens e mulheres de oração. Assim como Timóteo podem permanecer firmes no Senhor, e qualificados para toda boa obra, sendo discípulos e missionários, testemunhando que é do Senhor que vem o nosso socorro.

3º Esquema

“Mas o Filho do homem, quando vier, será que ainda vai encontrar fé sobre a terra?” A fé, a confiança de que Deus vai nos escutar, é que nos possibilita orar insistentemente e sem qualquer tipo de desistência, a questão que Jesus levanta é será que os seres humanos com a visão de Deus como um juiz iníquo vão ter ainda fé quando Ele retornar, por isso é necessário ter a persistência de Moisés que via a Deus como aquele que tem bondade e misericórdia (cf. Ex 33, 18-20), assim pois Moisés tem fé para interceder pelo povo, pois confia na bondade de Deus para com seu povo, da mesma forma a fé de Paulo que confiantemente aguarda vinda do Senhor ou a de Timóteo, que Deus nos mostre sua verdadeira face e que encontrando N’Ele o nosso socorro hoje possamos ir tranqüilos ao seu encontro na Eternidade. 

28º Domingo do Tempo Comum C

28º Domingo do Tempo Comum C

1. Informações básicas
- Agradecer a Deus
- Oração – Que a graça de Deus nos preceda.
-  2Rs 5,14-17; Sl 97; 2Tm 2,8-13; Lc 17, 11-19



1º Esquema
“Enquanto caminhavam, aconteceu que ficaram curados”... Os leprosos, sob a ordem de Jesus, caminham para cumprir a lei que ordena àqueles que foram purificados se apresentarem aos sacerdotes, nesse caminhar a cura acontece de forma gratuita, da mesma forma Naamã é curado não por fazer coisas difíceis mas por obedecer a voz de Eliseu, essa gratuidade suprema de Deus provoca no coração verdadeiramente humano uma atitude de agradecimento. São Paulo também experimenta a gratuidade da salvação de Deus, por isso com gratidão a Deus sofre pela salvação de todos, que nós também conheçamos, no sentido de experimentar a salvação para que agradecidos louvemos a Deus.

2º esquema
“Atirou-se  aos pés de Jesus, com o rosto por terra, e lhe agradeceu”... O ser humano quer vida e mais vida, por isso o leproso que está totalmente excluído da vida em comunidade e atentado em sua própria existência, ao ser reintegrado por Jesus, faz uma atitude de agradecimento e até adoração, reconhecendo em Jesus o verdadeiro sacerdote. Naamã, a partir de sua mentalidade, quer também recompensar o profeta, e este o exorta a agradecer a Deus, e Naamã o faz propondo-se a ser um adorador de Deus, São Paulo vai além e transforma seu agradecimento em ser canal da salvação “para que eles também alcancem a salvação que está em Cristo Jesus, com a glória eterna. Que nós também agradeçamos ao Senhor através de nossos lábios, num cântico novo, mas que também nosso agradecimento seja levar a salvação a todas as nações.

3º esquema

“Levanta-te e vai! Tua fé te salvou!”... O agradecimento do leproso curado, o leva a reconhecer que Jesus é o salvador, essa fé expectante e agradecida abre as portas de seu coração para adorar a Deus e dar glória ao Senhor, e assim experimentar a salvação, da mesma forma Naamã é transformado não somente corporalmente pela cura da lepra, mas se torna um servo de Deus, que quer oferecer sacrifícios ao Senhor Deus, São Paulo de perseguidor torna-se perseguido e prisioneiro por causa de Deus, e canal da salvação, que nós também sejamos agradecidos ao Senhor e que o Senhor nos faça conhecer a sua salvação como ao mundo inteiro. 

27º Domingo do Tempo Comum C

27º Domingo do Tempo Comum C

1. Informações básicas
- a Fé
 - Oração – Derramai a sua misericórdia.
- Hbab 1,2-3;2,2-4; Sl 94; 2 tm 2,1,6-8.13-14.

Nota exegética.
Evangelho – Servos Inúteis – acrheios –  No Antigo Testamento a única vez que aparece esse vocábulo é quando Davi se diz inútil quando é recriminado por Micol por dançar em frente da Arca da Aliança (2 Sm 6,22);

1º Esquema
“Aumenta a nossa fé”... Fé é colocar a nossa vida sobre Deus, crer que sua soberania sobre a nossa vida é total, por isso, diante de problemas enormes, como nos traz o Profeta, ouviremos que em meio às inquietações da vida o justo viverá por sua fé, mais precisamente na tradução grega a partir da fé, tudo na vida do cristão deve ter como critério de discernimento a fé, ter a Deus como fonte de nossa vida, por isso diante de tantos problemas que nos tiram a paz, como diria São Francisco de Assis, é porque colocamos esses problemas no lugar de Deus e somos chamados então a não fechar o coração como em Meriba e clamar que o Senhor reaviva o Dom da fé que há em nós pelo Batismo.  


2º esquema
“Se vós tivésseis fé...” A fé mesmo pequenina, nos faz ter a Deus como sustentáculo, e assim as decisões do nosso coração serão como as decisões do coração de Deus, e assim obviamente o que pedíssemos a Deus ele no concederia, o justo é chamado então a viver a partir da fé mesmo que os problemas se avolumem a tal ponto, como o grito do Profeta, que é tão atual “Violência”, e assim que a Palavra de Deus, o que recebemos da Igreja fortaleça e reaviva a nossa fé para darmos testemunho da verdade, e aclamar o Senhor que nos criou.

3º esquema

“Somos servos inúteis; fizemos o que devíamos fazer”... Quem tem o coração unido a Deus sempre há de reconhecer que tudo o que faz de bem é graça de Deus, por isso é obrigatório para aquele que tem fé reconhecer que é apenas um instrumento nas mãos de Deus, Deus é quem opera o bem através de cada um de nós, é por isso que devemos testemunhar que somos apenas servos inúteis, e que fazemos tudo por e na graça de Deus. Portanto, o justo, aquele que pensa e decide unido a Deus, vive a partir da fé e toda a sua decisão se baseia na Palavra de Deus, assim peçamos que a Deus que nosso coração não se feche, mas aberto à graça seja reavivado o Dom da nossa fé.  

26º Domingo do Tempo Comum C

26º Domingo do Tempo Comum C

1. Informações básicas
-  Destino dos que dominam os pobres
 - Oração – Deus mostra seu poder no amor e na misericórdia.
- Am 6,1.4-7; Sl 145; 1 Tm 6,11-16; Lc 16,19-31.

Observação exegética – Lázaro (Eleazar) “Deus é meu socorro, auxílio” ou “ a quem Deus socorre”.
- Esta parábola é uma ótima oportunidade para esclarecer sobre vida e morte eternas; e contra pretensões reencarnacionistas. 

1º Esquema
“Manda Lázaro ...” A personalidade avara não consegue ter uma dimensão de gratuidade, mas como na primeira leitura os que são ricos e se prendem aos bens materiais, despreocupadamente se sentem seguros em sua riqueza e não se importam com as dificuldades dos pobres e até os dominam, esse rico, mesmo no inferno quer instrumentalizar o pobre Lázaro para seu auxílio, não mudou o seu pensar, fez de sua decisão uma decisão eterna. Por isso somos convocados a sermos homens e mulheres de Deus que fogem da perversão e procuram a justiça e o amor que louvam a Deus, que ama os pobres, os órfãos, as viúvas e o estrangeiro.

2º esquema
“Há um grande abismo”... Há um grande abismos entre aquele que se prende aos bens terrenos, os idolatra, como na primeira litura preso ao vinho, perfume, não se preocupa com a ruína da casa de José, em sua decisão o rico não importa com o pobre e se fecha em si mesmo, enquanto o pobre que não tendo nada, não tendo nenhum consolo nesta terra se entrega totalmente a Deus, essas decisões terrenas tem conseqüências eternas, o rico é atormentado porque buscou apenas a si mesmo, o pobre é consolado pois teve em Deus a única verdade,  o Deus que dá a vida a todas as coisas, que cada um de nós se une ao Deus que ama o pobre, os despojados, e assim bendigamos a Deus para sempre.

3º esquema
“Eles têm Moisés e os profetas, que os escutem”...Nossas decisões podem nos condenar, por isso a Sagrada Escritura (Moisés e profetas) devem nos guiar para fazer o bem, amar os pobres, e não se apegar a coisas que passam, não é a aparição de um defunto que vai mudar a decisão humana, mas a convicção de que Deus existe, se revelou e que no final a eternidade nos espera, isso vai nos libertando de apegos a perfumes, comida ou bebida, e nos leva a verdadeiramente amar a justiça e a misericórdia, conforme a segunda leitura, para assim bendizer a Deus para sempre.   



25º Domingo do Tempo comum C

25º Domingo do Tempo comum C

1.                  Informações básicas
- Fiel nas pequenas coisas para ser fiel nas grandes
- Oração – A lei é o amor.
- Leituras: Am 8, 4-7; Sl 112; 1 Tm 2,1-8; Lc 16, 1-13


2. Esquemas

1º Esquema
“Usai o dinheiro injusto para fazer amigos, pois, quando acaba, eles vos receberão nas moradas eternas”... A parábola do administrador infiel vem mostrar que é necessário utilizar o dinheiro injusto, isto é, os bens terrenos para criar laços de amizade, de amor ao próximo, e isso nos garante a morada eterna, a esperteza do administrador infiel está exatamente em criar laços de amizade através de favores temporais, os bens tem que estar a serviço do ser humano para o bem, e não o contrário, por isso a condenação da mesquinhez que Amós faz, os avaros que querem dominar os pobres, utilizar-se deles como coisas, por isso o desejo deve ser sempre de querer, como Deus quer, que todos os homens se salvem e cheguem ao conhecimento da verdade, e os bens terrenos devem estar a serviço desta salvação, que Deus que levanta o pobre seja bendito para sempre. .

2º Esquema
“se vós não sois fiéis no uso  do dinheiro injusto, quem vos confiará o verdadeiro bem?”... Diante do administrador infiel que utiliza o dinheiro para fazer amizades, nós cristãos deveríamos utilizar a esperteza, a inteligências, dos filhos do mundo nas coisas do céu, colocar todo o empenho e justiça na busca do bens eternos, por isso, não ser capaz de usar o dinheiro injusto, é não saber utilizar os bens do mundo para fazer o bem ao próximo, isto é, amar para conseguir o bem eterno, quem não sabe usar os bens do mundo dessa forma não conseguirá a eternidade, quem só tem ambição de vender e comprar, alimentando o próprio egoísmo às custas da vida do pobre só pode receber como recompensa o inferno, por isso o desejo do cristão deve ser a salvação eterna de todos, ter um coração aberto a fazer o bem que tenha como efeito a salvação eterna de todos, que tenhamos o coração de Deus que ama os pobres e os retira do lixo para assentar-se com os nobres.

3º Esquema
“Quem é fiel nas pequenas coisas também é fiel nas grandes”...a fidelidade a Deus não se presta por perfeccionistas doentis, mas em pessoas que administram os bens terrenos em vista das grandes coisas que é a eternidade, a injustiça nos bens terrenos que são passageiros cega a pessoa para a eternidade, por isso a condenação de Amós é mais atual do que nunca, quem explora o pobre para conseguir bens, quem usa as pessoas como instrumento da própria cupidez, machuca o coração de Deus, pois Deus ama os pobres, e quer que todos os homens sejam salvos, nós também devemos ter o mesmo querer de Deus, a salvação integral do ser humano, plenitude de vida aqui na terra com vida abundante e a vida eterna junto  a Deus.

24º Domingo do Tempo Comum C

24º Domingo do Tempo Comum C


1.       Informações básicas
- Deus quer a conversão do pecador
- Oração – sentir em nós o amor de Deus para servir.
- Is 50, 5-9; Sl 114; Tg 2,14-18; Mc 8, 27-35.


1º Esquema
“Este homem acolhe os pecadores e faz refeição com eles”... Para ilustrar sua posição de acolher os pecadores e fazer parte da vida deles através da refeição Jesus conta a parábola da ovelha perdida na qual Deus vai atrás do pecador, porque quer a sua conversão e cura suas feridas, ilustrando de outra maneira Deus, como o Pai amoroso respeita a liberdade humana de ir e gastar a própria vida, mas quer sua volta, como no livro do Êxodo Deus mesmo diante da idolatria do povo, demonstra sua plena misericórdia desistindo de destruir o povo por seu pecado, da mesma forma Paulo torna-se um grande apóstolo porque experimente a grande misericórdia do Senhor, que cada um de nós experimente a misericórdia do Senhor e que o imensidão do amor nos purifique.

2º esquema
“Então caiu em si e disse...” O filho mais novo, pede a herança, com seu gesto pede a morte do pai, gasta tudo, mas recordando a bondade de seu pai, cai em si e decide voltar, acolhido pelo pai, este impulsionado pela misericórdia, reintegra o filho colocando o anel, a volta a aliança com a casa, liberta-o da escravidão (sandálias) e reintegra-o à graça (vestes), tudo em clima de festa, porque Deus faz festa para o pecador que volta, da mesma maneira Moisés clama pela misericórdia de Deus e nessa misericórdia Deus reintegra seu povo, somos convidados pois como São Paulo a entrar dentro de si e descobrir que somos pecadores, para assim deixar a misericórdia de Deus nos salvar, por isso ofereçamos a Deus nosso coração ao Pai das misericórdias.

3º esquema

“Filho, ... tudo o que é meu é teu”... Deus acolhe com festa o filho que volta, e quer que cada um nós faça festa para o pecador que retorna, por isso ao filho mais velho que tem o coração duro, o pai apela, tudo o que é meu é teu, inclusive o coração deve ser o mesmo. Moisés teve esse coração compassivo pelo povo, mesmo Deus oferecendo sair dele uma nação, São Paulo também experimentando a misericórdia de Deus no perdão por ter perseguido a Igreja, proclama o evangelho que transbordou a graça e o amor em Cristo Jesus, nós também devemos ser os proclamadores da misericórdia de Deus e como os servos ajudar o Pai a acolher o pecador que volta, com o anel, a roupa e as sandálias reintegrando-o à família de Deus.

23º Domingo do Tempo Comum C

23º Domingo do Tempo Comum C

1.       Informações básicas
- Escolher o Reino de Deus
- Oração – A verdadeira liberdade.
-  Sb 9, 13-18; Sl 89; Fm 9-10.12-17; Lc 14, 25-33

1º Esquema
“Se alguém vem a mim, mas não se desapega de seu pai e até da sua própria vida... Desapegar-se, colocar num lugar abaixo de uma outra escolha, é colocar a lei das prioridades na própria vida, a prioridade é o Reino de Deus, o restante deve se ordenar a Ele, por isso a comparação na construção de uma casa ou o rei que vai para a guerra, o planejamento das prioridades deve invadir a vida espiritual, essa é a verdadeira sabedoria, e só pelo Espírito Santo, podemos nos desapegar até da própria vida e se entregar para Deus, é esse desapego santo que Paulo pede para Filêmon com relação ao escravo Onésimo, Paulo apela para a sua relação com Deus e o bem que Onésimo está fazendo, esse raciocínio, essa lei das prioridades espirituais somente pode ter quem se abre ao Espírito da Sabedoria e experimenta que somos erva verde que cresce e desparece, só Deus basta.

2º esquema
“Quem não carrega sua cruz e não caminha atrás de mim não pode ser meu discípulo”... O Cristianismo não é feito de voluntarismo, vontades levadas pelo vento, folhas sacudidas pelo vento, mas sim uma determinada determinação (Santa Teresa de Jesus) em seguir Jesus carregando a cruz, o sofrimento por fazer o bem para a salvação do próximo, esse seguimento  com vontade determinada, com a Sabedoria que só pode vir de Deus, é feito com planejamento, com o conhecer da situação de vida e as prioridades da vida espiritual, a exemplo de Paulo, podemos mesmo presos, perseguidos e carregando a cruz, mostrar a verdade da prioridade que é o bem de Onésimo, sua salvação, que Deus nos ensine sua sabedoria para aprendamos a decidir pelo bem, e assim nossos trabalhos serem fecundos.

3º esquema

“Qualquer um de vós, se não renunciar a tudo o que tem, não pode ser meu discípulo”. O Reino de Deus deve ser prioridade em cada decisão que tomamos na vida, por isso, para conseguir esse Reino nossas prioridades devem ser organizadas sempre em função do Reino, é essa a prioridade do nosso planejamento de vida, isto é a Sabedoria que Deus nos ensina pelo seu Espírito, como o discurso de Salomão na Leitura do Livro da Sabedoria, Sabedoria de escolha que leva a Paulo, conciliar Filêmon, o patrão, com seu escravo, Onésimo, em primeiro lugar o Reino de Deus e o relacionamento que ele exige. Que Deus ensine-nos a contar os nossos dias, mostre nossa fragilidade, e assim derrame em nós sua Sabedoria para que cada um de nós tome a decisão correta pelo bem do Reino de Deus. 

1.       Informações básicas
- Escolher o Reino de Deus
- Oração – A verdadeira liberdade.
-  Sb 9, 13-18; Sl 89; Fm 9-10.12-17; Lc 14, 25-33

1º Esquema
“Se alguém vem a mim, mas não se desapega de seu pai e até da sua própria vida... Desapegar-se, colocar num lugar abaixo de uma outra escolha, é colocar a lei das prioridades na própria vida, a prioridade é o Reino de Deus, o restante deve se ordenar a Ele, por isso a comparação na construção de uma casa ou o rei que vai para a guerra, o planejamento das prioridades deve invadir a vida espiritual, essa é a verdadeira sabedoria, e só pelo Espírito Santo, podemos nos desapegar até da própria vida e se entregar para Deus, é esse desapego santo que Paulo pede para Filêmon com relação ao escravo Onésimo, Paulo apela para a sua relação com Deus e o bem que Onésimo está fazendo, esse raciocínio, essa lei das prioridades espirituais somente pode ter quem se abre ao Espírito da Sabedoria e experimenta que somos erva verde que cresce e desparece, só Deus basta.

2º esquema
“Quem não carrega sua cruz e não caminha atrás de mim não pode ser meu discípulo”... O Cristianismo não é feito de voluntarismo, vontades levadas pelo vento, folhas sacudidas pelo vento, mas sim uma determinada determinação (Santa Teresa de Jesus) em seguir Jesus carregando a cruz, o sofrimento por fazer o bem para a salvação do próximo, esse seguimento  com vontade determinada, com a Sabedoria que só pode vir de Deus, é feito com planejamento, com o conhecer da situação de vida e as prioridades da vida espiritual, a exemplo de Paulo, podemos mesmo presos, perseguidos e carregando a cruz, mostrar a verdade da prioridade que é o bem de Onésimo, sua salvação, que Deus nos ensine sua sabedoria para aprendamos a decidir pelo bem, e assim nossos trabalhos serem fecundos.

3º esquema

“Qualquer um de vós, se não renunciar a tudo o que tem, não pode ser meu discípulo”. O Reino de Deus deve ser prioridade em cada decisão que tomamos na vida, por isso, para conseguir esse Reino nossas prioridades devem ser organizadas sempre em função do Reino, é essa a prioridade do nosso planejamento de vida, isto é a Sabedoria que Deus nos ensina pelo seu Espírito, como o discurso de Salomão na Leitura do Livro da Sabedoria, Sabedoria de escolha que leva a Paulo, conciliar Filêmon, o patrão, com seu escravo, Onésimo, em primeiro lugar o Reino de Deus e o relacionamento que ele exige. Que Deus ensine-nos a contar os nossos dias, mostre nossa fragilidade, e assim derrame em nós sua Sabedoria para que cada um de nós tome a decisão correta pelo bem do Reino de Deus.