quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

3º Domingo do Tempo comum B

3º Domingo do Tempo comum B

1.                  Informações básicas
- Conversão e discipulado.
- Oração – frutificar em boas obras.
- Leituras: Jn 3,1-5.10; Sl 24; 1 Cor 7,29-32; Mc 1,14-20.


2. Esquemas

1º Esquema
Convertei-vos e credo no Evangelho... Metanoiete... a mudança de mentalidade deve acontecer para acolher o Reino de Deus, a conversão além de um voltar-se (teshuvá ou apostrefein) para o Senhor , supõe uma mudança no modo de pensar, na medida em que queremos que Deus reine em nossa vida. Quando essa experiência acontece o discípulo torna-se um missionário, um chamado para levar a boa-nova da presença do Reino de Deus aos outros, como Jonas conseguiu a conversão de Nínive somos chamado a mostrar para o mundo sua fragilidade, e o que permanece é Deus e seu Reino, por isso que Deus nos mostre o seus caminhos.

2º Esquema
O Reino de Deus está próximo... A proximidade do Reino não é somente temporal ou espacial, mas é interior, o Reinado de Deus em nossos corações que nos leva a frutificar em boas obras, nessa medida teremos autoridade para tirar os homens do caos do mar desse mundo e levá-los para Deus, ajudar assim na conversão das grandes cidades como Nínive, por isso o cristão deve viver como cidadão do céu, vive a realidade desse mundo plenamente mas de forma relativa ao céu. Nesse processo somente a verdade de Deus pode nos orientar e conduzir.  


3º Esquema

Segui-me... A vocação brota de um coração que se transformou pela experiência do Deus vivo, nessa medida temos a força necessária para deixar as redes, deixar aquilo que é transitório, a figura que passa, considerando o tempo como abreviado, e valorizar aquilo que permanece, não como alienados desse mundo, mas vivendo em nossa Nínive demonstramos pelos frutos da graça que o Reino de Deus está na proximidade do humano, e é isso que faz a vida valer a pena. Esse testemunho provoca verdadeiras mudanças de mentalidade, de conversões para Deus que é piedade e retidão. 

2º Domingo do Tempo comum B

2º Domingo do Tempo comum B

1.                  Informações básicas
- Vocação.
- Oração – Escutai as preces do vosso povo.
- Leituras: I Sm 3, 3b-30.19; Sl 39; 1Cor6,13c-15ª.17-20; Jo 1, 35-42


2. Esquemas

1º Esquema
Eis o Cordeiro de Deus... Um dia foi-nos apresentado o Senhor, como João Batista hoje apresenta Jesus a dois de seus discípulos, e nós queremos ficar com o Senhor, entrar na sua escola de discipulado para podermos viver a nossa vocação de evangelizar, e que nessa escola aprendamos a ouvir o Senhor e viver o verdadeiro Louvor de Deus, glorificando a Ele com nossos corpos, para que não façamos a vontade de Deus como escravos, mas como no salmo com prazer façamos a vontade Deus.

2º Esquema
Foram ver onde Jesus morava e permaneceram com ele, o permanecer para o Evangelista João é fundamental, e o nosso permanecer com Jesus é a nossa primeira vocação, nesse processo outras vozes nos chamam, ou como no caso de Samuel não temos os ouvidos preparados para ouvi-lo por isso se torna necessário pessoas como Eli que nos ensinam a ouvir a voz de Deus, para que glorificando a Deus com toda a nossa vida fazendo com prazer sua vontade, possamos evangelizar testemunhando “Encontramos o Messias”.

3º Esquema

“Tu serás chamado Cefas”... Deus nos chama pelo nome e o nosso encontro com Ele pode mudar a nossa vida de tal maneira, que como no caso de Simão seu nome é mudado simbolizando a vida nova de convivência com o Mestre, esse chamado também muda a vida de Samuel o tornando sacerdote e profeta, por fim deve mudar a nossa vida de tal maneira e no profundo de nosso ser, guardo em meu coração vossa lei, de tal forma que toda a nossa vida glorifique ao Senhor nosso Deus, de modo que identificados com o Senhor reconheçamos o nosso ser no Livro da Palavra de Deus. 

Batismo do Senhor B

Batismo do Senhor B

1. Informações básicas
- Batismo e Missão
- Oração – Renascidos da água e do Espírito, perseverar no amor de Deus.
- Leituras: Is 42,1-4.6-7; Sl 28; At 10,34-38; Mc 1,7-11

2. Esquemas

1º Esquema
Ele vos batizará no Espírito Santo e no fogo... No Batismo de Jesus, pelo qual ele santifica as águas, o Pai o declara amado e o Espírito paira, a Criação é refeita pelo mergulho nas águas. A partir desse momento o Batismo não é somente uma vontade humana de conversão, como o Batismo de João, mas é ser mergulhado no Espírito e ser purificado na vida nova, transformados pelo Espírito do Cristo Morto e Ressuscitado podemos como o servo da primeira leitura praticar obras de justiça e da graça, ser verdadeiros missionários como nos diz São Pedro na segunda leitura, que Deus nos abençoe, a iniciativa é Dele, nos transformando para tributarmos a Ele toda glória, por palavras e obras.

2º Esquema
Tu és meu filho amado...O sonho messiânico é que surgisse um servo de Deus verdadeiro que estivesse tão unido a Deus que suas palavras e obras revelassem o próprio Deus, esse sonho-profecia cumpriu-se em Jesus Cristo, por isso o seu Batismo é a epifania da Trindade, o início de sua missão messiânica. Jesus, como no dizer de São Pedro, é o ungido por Deus com o Espírito Santo e com poder, nós somos associados a essa missão pelo Batismo, imersos na Trindade Santíssimos, recebemos a bênção do Senhor, para proclamarmos com a vida e a palavra: Glória ao Senhor.

3º Esquema
Eu não sou digno... A consciência de ser criatural é a consciência de São João Batista que o leva a acolher o Messias e batizá-lo, essa consciência devemos ter para contemplar a Trindade revelada em Jesus Cristo, no seu Batismo, vê-Lo como o Servo que veio para estabelecer a justiça sobre a terra, o centro da Aliança de Deus com o seu povo, no dizer de Isaías, reconhecendo ser criaturas nos abrimos a graça Batismal que está em nós, e assim pela Unção do Messias somos assumidos pelo Pai como filhos amados, e assim teremos toda a paz e bênção para sempre.       


terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Epifania do Senhor

Epifania do Senhor

1. Informações básicas
- Revelação de Deus a todos os povos
- Oração – Hoje revelastes o vosso Filho às nações.
- Leituras: Is 60, 1-6; Sl 71; Ef 3,2-3a.5-6;Mt2,1-12.

2. Esquemas

1º Esquema
Viemos do Oriente adorar o Rei... O sonho de Isaías se cumpre, a salvação que está em Sião agora é reconhecida pelas nações (gói), nos reis, eles representam cada um de nós que reconhecem no menino a presença plena de Deus, no seu ajoelhar, o reconhecimento da divindade está a adoração de cada ser humano, enquanto a epifânia do Natal se restringe aos pastores de Israel, nos magos estão todos os seres humanos, no dizer de Paulo, os pagãos são admitidos à mesma herança de Israel, por isso a Epifânia é a festa das nações, que hão de adorar a Deus.

2º Esquema
Ofereceram presentes: ouro, incenso e mirra. Nos três presentes está a nossa vida que reconhece naquele menino o Rei que vem para servir o ser humano dando-lhe a salvação plena cujo cume é a cruz, a mirra pó utilizado no sepultamento, e finalmente o incenso reconhecendo que aquele serve através da sua morte é Deus e vem nos trazer a salvação plena. É tudo isso que o Profeta Isaías disse que as nações viriam buscar e na promessa feita aos patriarcas agora todos os povos podem participar da salvação plena.

3º Esquema
Ao verem de novo a estrela, os magos sentiram uma alegria muito grande. Na busca dos magos está a busca de cada ser humano por salvação e vida. Por isso, a alegria deles é nossa alegria, buscamos ainda essa salvação e queremos hoje nos alegrar por contemplar no Filho de Deus encarnado Deus (incenso), o Rei (ouro) e o ser humano mortal (mirra), no hoje da Liturgia queremos ir a Sião contemplar essa salvação e tomar posse da promessa e da herança que nesse menino nos é dada.      

Santa Mãe de Deus

Santa Mãe de Deus

1. Informações básicas
- Santa Maria Mãe de Deus
- Oração – Virgindade Fecunda de Maria.
- Leituras: Nm 6, 22-27; Sl 66; Gl 4,4-7; Lc 2, 16-21.

2. Esquemas

1º Esquema
Encontraram Maria e José... Na plenitude do templo Deus nasce de uma mulher, a participação dessa mulher no processo salvífico nos faz ver como deve ser nosso relacionamento com Deus, Maria virgem, totalmente fiel ao projeto de Dus, e Mãe, o relacionamento mais pleno com Deus, nos guia como deve ser o nosso relacionamento com Deus, esse relacionamento é no tempo, por isso no início de cada ano nos faz pedir que essa bênção, Deus quer nos fazer o bem, e que Maria interceda por nós para que saibamos como ela nos relacionar com Deus.

2º Esquema
Deram-lhe o nome de Jesus, o filho da Virgem tem o nome de que Deus se faz carne para salvar o ser humano, a bênção de Deus agora está presente na carne, no filho que nasceu de uma Virgem e Mãe, o Nome de Deus está perto, a sua presença agora se relaciona plenamente conosco, que Deus faça com que nesse ano a sua graça e sua bênção esteja sempre conosco através do Mediador Jesus.

3º Esquema
Maria Mãe de Deus, muitas vezes não se entende esse dogma, Mãe é aquela que gera, mantém no ventre e dá à luz, é impossível separar a essência de Deus, por isso Maria gerando o Filho de Deus, é mãe de Deus, por Jesus ser homem tem que nascer de uma mulher e por ser Deus tem que nascer de uma Virgem, que Maria, a mãe da bênção, possa interceder para que o ano que se inicia esteja pleno da presença, da bênção de Deus.     
Natal Dia

1.                  Informações básicas
- Deus assume a natureza humana 
- Oração – dai-nos participar da divindade de vosso Filho.
- Leituras: Is 52, 7-10; Sl 97; Hb 1,1-6; Jo, 1,1-18.

2. Esquemas

1º Esquema
E a Palavra se fez carne e armou tenda entre nós... Deus acompanhou seu povo no deserto habitando em Tenda, o símbolo maior de ser nômade, daqueles que no deserto procuram a terra prometida, agora a Tenda de Deus não é feita de pele de animal, mas de pele humana, Deus assume totalmente a natureza humana, para nos fazer participar da divindade, como em Hebreus, esses tempos são os últimos porque o que foi anunciado foi cumprido Deus envia seu próprio filho, essa é a mensagem maior do profeta Isaías, o anúncio da redenção do exílio chegou, a Salvação de Deus se faz presente para sempre no meio da humanidade.

2º Esquema
No Princípio era a Palavra... A expressão plena de Deus, o esplendor da glória do Pai, Eterno, se faz carne, e agora Deus entra em relação plena com o ser humano através de uma criança, a Palavra que se faz carne pela ação do Espírito e nasce, agora vemos e ouvimos Deus num ser humano, o relacionamento é pleno e somos agora em Cristo gerados filhos de Deus, participantes da Divindade nascemos agora por vontade de Deus, o Natal é essa alegria plena anunciada pelos profetas, Deus quer que estejamos com Ele e nos propicia isso na Palavra que se faz Carne.

3º Esquema
E a luz brilha nas Trevas, a Palavra é luz para os passos humanos, agora essa Palavra não está mais escondida no recôndito da Divindade, mas se manifestou entre nós, para que cada ser humano possa participar da Divindade não como escravo mas como filhos gerados pela graça trazida por Cristo. No Filho do Pai encarnado e nascido contemplamos o Mistério de Deus que se manifesta historicamente, cada um de nós é convidado a contemplar a salvação de Deus e anunciar ao mundo, A Salvação de Deus se fez carne e armou tenda entre nós.    

Natal Noite

Natal Noite

1.                  Informações básicas
- A Luz rompe nas trevas 
- Oração – Verdadeira Luz.
- Leituras: Is 9, 1-6; Sl 95; Tt 2,11-14; Lc 2, 1-14.

2. Esquemas

O simbolismo da luz: a Luz rompe as trevas, trevas não é somente escuridão, mas é o caos total, a falta de vida, é morte, a Luz dissipa as trevas e vai organizando a Criação (Gn 1) e guia o ser humano. Por isso, é perfeitamente válido relacionar luz com verdade e vida.

1º Esquema
A Glória do Senhor os envolveu em luz... A manifestação plena de Deus acontece situada na história, a marca do contexto judaico-cristão, Deus é plena verdade manifestada e situada na História, não é um mistério etéreo mas real, no dizer de Paulo manifestado . Por isso, o anúncio feito pelo anjo é revestido da glória de Deus, num recém-nascido sem qualquer resplendor, naquela vida humana os pastores pobres são chamados a contemplar a vida plena. Da mesma maneira que os exilados do Reino do Norte na visão de Isaías podiam ter a esperança da salvação. O canto novo dos libertos é esse hoje nasceu o salvador.

2º Esquema
Na noite santa rompe a luz que se fez carne, o ser humano que andava nas trevas agora pode contemplar a Palavra que guia o ser humano e que dá a salvação. Numa criança, num ser indefeso está a presença do Todo-poderoso, Deus se faz próximo a pastores pobres, e cada um de nós, pode alegrar-se pelo nascimento de um menino, que traz esperança aos nossos corações. Natal é a criança que vem a luz, vem à convivência humana, e no caso Deus feito carne quer entrar em relação plena conosco, o Universo rejubila, hoje nasceu o Salvador.

3º Esquema
Maria deu à luz seu Filho Primogênito... Muitas vezes ouvimos sobre o Espírito do Natal, esse é o Espírito, Deus quis nascer de uma mulher, quis assumir totalmente a raça humana, inserido na História, em meio a pobreza, um menino foi-nos dado, a salvação se faz carne, Deus entra em relação conosco não como um Senhor de escravos, mas como uma criança, o indefeso quer nos atrair para seu convívio. Esse é o mistério que se manifesta e que ilumina as trevas e nos dá a vida. Por isso, o verdadeiro Espírito do Natal é Hoje nasceu para nós o Salvador que é Cristo, o Senhor.  

domingo, 28 de dezembro de 2014

Esquema da celebração da Palavra

ESQUEMA GERAL
CELEBRAÇÃO DA PALAVRA DE DEUS SEM DISTRIBUIÇÃO DA COMUNHÃO

Os textos das orações e das leituras tomam-se habitualmente do Missal e do Lecionário. (CDAP, n. 35)O leigo que orienta a reunião comporta-se como um entre iguais. Não deve usar palavras que pertencem ao presbítero ou ao diácono. (CDAP, n. 35) Não deve usar a cadeira presidencial, mas prepare-se antes uma outra cadeira fora do presbitério. (CDAP, n. 40)
Ao preparar a celebração cuide-se da conveniente distribuição dos serviços, por exemplo, para as leituras, para os cânticos etc., e da disposição e arranjo dos lugares. (CDAP, n. 40)

RITOS INICIAIS

Somente o moderador diz:
Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
O povo responde:
Amém.

Opções

1
Bendito seja o Deus, Pai de toda a consolação, que manifestou a sua misericórdia para conosco



Ou


2
Irmãos, bendizei a Deus em sua bondade e nos (ou vos) convida para a mesa da Palavra do Senhor.


O povo responde:
Bendito seja Deus para Sempre.

No início desta celebração , peçamos a conversão do coração fonte de reconciliação e comunhão com Deus e com os irmãos e irmãs.

Opções
Ato Penitencial
1
1. Senhor, que viestes salvar os corações arrependidos:
Piedade, piedade, piedade de nós! (bis)
2. Ó Cristo, que viestes chamar os pecadores humilhados: Piedade, piedade, piedade de nós!
3. Senhor, que intercedeis por nós junto a Deus Pai que nos perdoa: Piedade, piedade, piedade de nós!
2
Senhor, que sois o caminho que leva ao Pai, tende piedade de nós.
R//. Senhor, tende piedade de nós.
Cristo, que sois verdade que ilumina os povos, tende piedade de nós.
R//. Cristo, tende piedade de nós.
Senhor, que sois a vida que renova o mundo, tende piedade de nós.
R//. Senhor, tende piedade de nós.
Moderador: Deus, todo Poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza a vida eterna. Amém.

Moderador: Oremos
(momento de silêncio)

Oração do dia conforme a Liturgia diária.

Amém.   

LITURGIA DA PALAVRA

Primeira leitura. Sentados.

Conforme primeira leitura da Liturgia Diária

Palavra do Senhor.
 Graças a Deus.

Salmo Responsorial
Conforme Liturgia Diária

— Versículo
— Responsório

Estrofes lidas


Aclamação ao Evangelho
Aleluia, aleluia, aleluia. 
Versículo

Evangelho

Ouçamos irmãos e irmãs o Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus ou Marcos ou Lucas ou João

Leitura conforme Liturgia Diária

V/. Palavra da Salvação. 
R/. Glória a vós, Senhor.

Sentados. O moderador faça uma exortação Segue-se silêncio para interiorização. 

Faz-se a Oração dos fiéis ou Universal, que os fiéis procuram responder conforme indicado pelo moderador conforme Liturgia Diária.


Introdução à Oração da Comunidade
1
Irmãos, elevemos as nossas preces a Deus Pai todo-poderoso, que deseja que todos os homens se salvem e cheguem ao conhecimento da verdade
2
Irmãos, nesta oração pública e comum que agora iniciamos ninguém rogue apenas por si, nem só pelos seus, mas roguemos todos ao Cristo Senhor por todo o povo.
3
Advento: Irmãos, esperando ardentemente a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo, imploremos com mais fervor a sua misericórdia.
4
Quaresma: Caros Irmãos, é preciso rezar em todo tempo; mas sobretudo nestes dias da Quaresma devemos elevar nossa oração a Deus, em fervorosa vigília com o Cristo.
5
Tempo Pascal: Caros irmãos, nesta alegria pascal invoquemos a Deus, com mais fervor para que, tendo atendido às preces e súplicas do seu amado Filho, considere também nossas humildes orações.
6
Irmãos, reunidos para celebrar a Palavra de Deus, roguemos ao Deus todo-poderoso que o mundo inteiro seja lavado na fonte de toda bênção e toda vida.
7
Irmãos, aqui reunidos para recordar os benefícios de nosso Deus, roguemos que ele inspire os nossos pedidos, para que possa atender às nossas súplicas.
Depois da oração universal (sem concluí-la) o moderador convida à ação de graças pela qual os féis exaltam a glória de Deus e a sua misericórdia. Isto pode fazer-se com um salmo (99, 112, 117, 135, 147, 150), ou um hino ou cântico (Magnificat), ou também com uma prece litânica, que o moderador, de pé com os fiéis voltados para o altar, diz juntamente com todos eles. Esta ação de graças não deve ter, de modo nenhum, a forma duma oração eucarística.(CDAP, n. 45).
- A minh'alma engrandece ao Senhor, 
e se alegrou o meu espírito em Deus, meu Salvador, 
- pois, ele viu a pequenez de sua serva, 
eis que agora as gerações hão de chamar-me de bendita.
- O Poderoso fez por mim maravilhas 
e Santo é o seu nome! 
- Seu amor, de geração em geração, 
chega a todos que o respeitam.
- Demonstrou o poder de seu braço, 
dispersou os orgulhosos. 
- Derrubou os poderosos de seus tronos 
e os humildes exaltou.
- De bens saciou os famintos 
e despediu, sem nada, os ricos. 
- Acolheu Israel, seu servidor, 
fiel ao seu amor,
- como havia prometido aos nossos pais, 
em favor de Abraão e de seus filhos, para sempre.
- Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo, 
como era no princípio, agora e sempre. Amém. 
Segue-se o Pai-nosso, com o devido convite.

Moderador:
Opções
Monição ao Pai nosso
1
Rezemos, com amor e confiança a Oração que o Senhor nos ensinou:
2
Nossa prece prossigamos, implorando a vinda do Reino de Deus:
3
Recolhamos agora nossos louvores e pedidos com as palavras do próprio Cristo, e digamos:
4
Confirmemos agora nossos louvores e pedidos pela oração do Senhor:
5
Mais uma vez louvemos a Deus e roguemos coma as mesmas palavras de Cristo:

Pai nosso que estais nos céus,
santificado seja o vosso nome;
venha a nós o vosso reino,
seja feita a vossa vontade,
assim na terra como no céu;
O pão nosso de cada dia nos dai hoje;
perdoai-nos as nossas ofensas,
assim como nós perdoamos
a quem nos tem ofendido;
e não nos deixeis cair em tentação,
mas livrai-nos do mal.

Pode-se seguir o rito da paz conforme

Saudemo-nos em Cristo Jesus

Oração final na Féria ou Festa do Senhor.
Concedei, ó Deus, ao Povo Cristão, conhecer a fé que professa e amar a Liturgia que celebra. Por Cristo, nosso Senhor. Amém.

Ou

Oração final nas Festas dos Santos

Ó Deus, fazei que o coração de vosso povo esteja sempre voltado para vós; e não deixeis de guiar com a vossa graça os que ajudais com tão grandes protetores. Por Cristo, nosso Senhor. Amém.


Conclusão (traçando o sinal da cruz)

O Senhor nos abençoe,
nos livre de todo o mal
e nos conduza à vida eterna. Amém.