segunda-feira, 7 de abril de 2014

4º Domingo do Tempo Pascal A

4º Domingo do Tempo Pascal A

1.                  Informações básicas
- Domingo do Bom Pastor
- Oração – O rebanho possa atingir a fortaleza do pastor.
- At 2, 14.36-41; Sl 22; 1 Pd 2, 20-25; Jo 10, 1-10

2. Esquemas

1º Esquema
“Eu sou a porta das ovelhas”, o rebanho é fraco, limitado e dependente do pastor, precisa viver na segurança do redil, o acesso a essa segurança é a porta das ovelhas. Jesus é o mediador, a porta de acesso ao Pai, por isso somos convidados a aceitar no batismo essa mediação, para que fazendo parte do rebanho e ouvindo a voz do pastor, tenhamos vida em plenitude.

2º Esquema
“O Senhor é o pastor que me conduz”. A obediência em primeiro lugar é ouvir a voz do pastor, ouvir para sermos congregados pelo Bom Pastor. Pelo mundo andávamos como ovelhas desgarradas, a morte e ressurreição do Senhor, nos congregou na Igreja, o redil do Bom Pastor, nesse redil temos a água repousante, o batismo que nos dá vida e vida em plenitude.

3º Esquema
“quem não entra pela porta...” O grande Pastor das Ovelhas é que nos reúne para termos vida, porém no mundo ouvimos muitas vozes daqueles que nos querem arrebanhar, o encantamento dessas vozes nos dispersa como rebanho e como o ladrão, que não entra pela porta, quer roubar, matar e destruir, tirar a fonte de nossa vida, a abundancia de vida que poderíamos ter no Senhor. Que cada ser humano encontre em Cristo a porta para o Reino e tenha “Felicidade e todo o bem”. 

3º Domingo do Tempo Pascal A

3º Domingo do Tempo Pascal A

1.                  Informações básicas
- o Ressuscitado estará sempre conosco: Eucaristia
- Oração – renovação espiritual e condição de filhos.
- At 2, 14.22-33; Sl 15; 1 Pd 1, 17-21; Lc 24, 13-35

2. Esquemas

1º Esquema
“Será que o Cristo não devia sofrer tudo isso para entrar em sua glória?” Como São Pedro, queremos contemplar nas Sagradas Escrituras, em Moisés e nos profetas, os sinais de Cristo Crucificado e ressuscitado, nossa leitura também de nossa vida deve ver os sinais do ressuscitados em meio ao sofrimento da cruz que carregamos, Ele continua atuando e nós devemos ler que em meio ás mazelas da vida Jesus está atuando. Esse sofrimento nosso unido ao do Ressuscitado, tira nossa vida da inutilidade e aí sim, experimentaremos, que não fomos entregues a morte.

2º Esquema
“Não estava ardendo nosso coração...”, quanto mais nos encontramos com o Crucificado e Ressuscitado na Palavra de Deus e na fração do pão, quanto mais nos identificamos com Ele, mais a nossa vida terá sentido, e teremos força e coragem para anunciar que Ele ressuscitou, como Pedro no dia de Pentecostes, proclamaremos que Jesus é Senhor e Cristo, Por Ele alcançamos a verdadeira fé, e não só teremos a certeza de que Ele ressuscitou, mas nos experimentaremos que nós já a esperança plena da nossa ressurreição, a certeza de que “não haveis de me deixar entregue à morte”

3º Esquema
“Realmente o Senhor ressuscitou e apareceu a Simão”. A profissão de fé da Igreja Primeira deve ser também a nossa, por isso, deixemo-nos guiar pelo Cristo morto e ressuscitado, para perscrutar as Escrituras, para que o nosso coração arda, participemos da mesa na qual Ele está presente na fração do pão, e isso nos fortalecerá em nossa vida para que baseados no testemunho apostólico, nós também testemunhemos que Deus ressuscitou Jesus, e assim, a nossa fé e esperança estejam em Deus e não em coisas fúteis, e já aqui, como cidadãos do céus, possamos saber “junto de vós felicidade sem limites”. 

2º Domingo do Tempo Pascal A

2º Domingo do Tempo Pascal A

1.                  Informações básicas
- Somos a Igreja Apostólica
- Oração – Deus de Eterna Misericórdia.
- 1ª Leitura At 2, 42-47; Sl 117; 1Pd 1, 3-9; Jo 20, 19-31


2. Esquemas

1º Esquema
“A Paz esteja convosco”, o Dom do ressuscitado é a paz, a paz para aqueles que tinham medo da morte, a paz para aqueles que vivem sem esperança, por isso ao fazer parte da Igreja, do Corpo do Ressuscitado, essa paz vem ao nosso coração pelo sopro do Espírito, a partir do Espírito somos fieis a Doutrina Apostólica, a rezamos na Liturgia e a vivemos na caridade, aí somos Corpo de Cristo, que reza e proclama “Eterna é a misericórdia do Altíssimo”.

2º Esquema
Bem aventurados os que crerem sem terem visto, os que acreditam na palavra da Igreja, representada pelos Apóstolos que testemunharam a ressurreição. São Tomé foi instrumento da Providência para que nós assumamos hoje a bem-aventurança de crer nas testemunhas do ressuscitado e também ser testemunhas através da Palavra de Deus, das orações e da partilha comum, vivendo um esperança viva em Jesus Cristo morto e ressuscitado. Por isso,
“Este é o dia que o Senhor fez para nós alegremo-nos e nele exultemos”.

3º Esquema
“Meu Senhor e meu Deus”, a mais curta profissão de fé queremos fazê-la em Deus Pai que pela morte e ressurreição de seu Filho nos fez nascer de novo, para uma esperança eterna, essa graça derramada em nossos corações a vivemos na firmeza da Doutrina Apostólica, na oração e na partilha dos bens, a crença no Senhor é uma entrega que começa aqui e que culmina na eternidade, onde para sempre cantaremos o Dia Eterno, na alegria e na exultação. 

Tríduo Pascal

Tríduo Pascal

Tema geral a ser tratado no Tríduo Pascal

1. Entrega
Quinta-feira Santa - O Lava pés é nossa entrega no serviço, cujo cume é a Eucaristia, o corpo e sangue oferecidos por Jesus, prefigurado no Cordeiro Pascal, por isso erguemos o cálice fazendo memória dessa entrega.
Sexta-feira Santa -  “Ó Pai em tuas mãos entrego meu espírito” Adoramos o servo do Senhor, aquele que padeceu e morreu, como ovelha no matadouro, para a salvação do mundo, entrega do Grande Sacerdote que se oferece a si mesmo por nós.
Sábado Santo - A Entrega de deus pela humanidade começa com a Criação, chamando o ser humano a vida, passando pela entrega da fé de Abraão, e Deus que intervém para libertação do povo do Egito, sendo o resultado dessa entrega, a ressurreição, pois se mortos com Cristo no batismo, ressuscitaremos com Ele.
Domingo de Páscoa - O Testemunho da ressurreição perpassa  a História, junto com Maria Madalena e com Pedro, testemunharemos Jesus Cristo, morto e ressuscitado até o Dia em que nossa vida se revestir de glória e proclamarmos: “Este é o dia que o Senhor fez para nós, alegremo-nos e nele exultemos”.

2. Sacerdócio
Quinta-feira Santa - o Sacerdócio de Cristo é participado pelo Batismo e pela Eucaristia, queremos celebrar a Páscoa para que possamos pela graça recebida lavar os pés uns dos outros. O Sacerdócio ministerial deve ser vivido também a partir da celebração eucarística.
Sexta-feira Santa - Água e sangue jorram da cruz, até hoje queremos viver do Sangue e da Água que brotam da entrega do Servo, nessa água e sangue nos entregamos ao pai num verdadeiro sacerdócio.
Sábado Santo - Sacerdote, uma etimologia, é dar o sagrado, primeiramente nos é dado o sagrado na Criação, Abraão é exemplo da procura de exercer o sacrifício no seu filho Isaac, a saída do Egito é para celebrar no Sinai, até a Ressurreição, quando Deus será tudo em todos, já vivendo esse sacerdócio no batismo.
Domingo de Páscoa - O Testemunho da ressurreição perpassa  a História, junto com Maria Madalena e com Pedro, testemunharemos Jesus Cristo, morto e ressuscitado até o Dia em que nossa vida se revestir de glória e proclamarmos: “Este é o dia que o Senhor fez para nós, alegremo-nos e nele exultemos”.

3 Paz
Quinta-feira santa - a paz é estar plenamente unido a Deus, Verdade plena, plenitude de paz que se realiza no lava pés, no amor, pela força da Eucaristia.
Sexta-feira santa - o sofrimento do servo, ele carregou nossas feridas, Jesus é a realização, todo o sofrimento é para que a humanidade se reconciliasse com Deus, aí sim, podemos nos aproximar com toda a confiança do Trono de Deus.
Sábado Santo - a humanidade foi chamada a vida para estar em paz com Deus, com o pecado acontece uma ruptura, o sacrifício de Abraão, o sacrifício da Páscoa, até a morte e Ressurreição, é a história de Deus que quer o homem junto de si, em plena comunhão. Que a vivência do Batismo nos faça experimentar a Paz do Ressuscitado: A paz esteja convosco.
Domingo de Páscoa - O Testemunho da ressurreição perpassa  a História, junto com Maria Madalena e com Pedro, testemunharemos Jesus Cristo, morto e ressuscitado até o Dia em que nossa vida se revestir de glória e proclamarmos: “Este é o dia que o Senhor fez para nós, alegremo-nos e nele exultemos”.

Domingo de Ramos da Paixão do Senhor A

Domingo de Ramos da Paixão do Senhor A

1.                  Informações básicas
- Cristo Rei pela sua Cruz
- Oração –  aprender os ensinamentos da Paixão do Senhor para chegar à ressurreição
- Leituras: Is 50, 4-7; Sl 21; Fl 2, 6-11; Mt 26, 14-27,66
Breve homilia


2. Esquemas

Tema geral: seguir os passos de Jesus em sua paixão e morte, para chegar à ressurreição (monição do início)

1. Apresentar Jesus como rei dos judeus e de todos nós, rei que tem como trono sua cruz, como descendente de Davi é o rei perfeito que dá a vida para a salvação de seu povo. Nós somos chamados a reinar com Ele.

2. O sofrimento de Jesus é redentor, passando pela humilhação das bofetadas e cusparadas, pela coração de espinhos, pela dor física da flagelação, até a dor suprema da morte da cruz para nos dar a graça de carregar a cruz.

3. A traição do amigo, daquele que come com ele, também a ridicularização da verdade, o suportar tudo isso leva a vencer a mentira que grassa no mundo. Num mundo cheio de mentira, o sofrer com Cristo pela verdade tem todo o sentido e não é em vão.

4. Os personagens da paixão são atuais, da omissão de Pilatos, à inveja daqueles que acusam, a mentira, o abandono dos amigos, são nossos sofrimentos, que unidos a Cristo se tornam salvadores também pela humanidade.

5. Dando um grande grito entregou o espírito, cada dia somos entregues a morte, cada dia passamos por momentos de sofrimentos físicos e morais, até o momento supremo da entrega ao Pai, que Jesus nos auxilie a aprender a morrer cada dia, até a nossa entrega suprema através Dele no Espírito.



Tudo isso, pode ser iluminado pela profecia de Isaías, no Canto do Servo, o sofrimento é físico e moral, que se cumpre em Cristo, esse Jesus, que assumiu toda a nossa humanidade para assim possamos participar da sua Divindade. No dia eterno quando cada um de nós poderá dizer “glorificai-o, descendentes de Jacó, e respeita-o, toda a raça de Israel”.

5º Domingo da Quaresma A

5º Domingo da Quaresma A

1.                  Informações básicas
- Cristo é a ressurreiç
- Oração –  entregar-se a Deus na mesma entrega de Cristo
- Leituras: Ez 37, 12-14; Sl 129 (130); Rm 8, 8-11; Jo 11, 1-45


2. Esquemas

1º Esquema
Eu sou a ressurreição, Jesus é a ressurreição, ele não somente ressuscita mas dá a ressurreição a todos os que nele crerem, Lázaro morreu, Deus conhece a nossa realidade mortal, no Cristo morto e ressuscitado, pessoal, e como em Ezequiel como povo. Mas, Deus nos dá a vida em Jesus, por isso cada um de nós pelo Espírito deve viver para que a vida de Cristo brilhe em nós, pois no Senhor, toda a graça e redenção.

2º Esquema
Sim, Senhor eu creio que tu és o Messias. A resposta diante da ressurreição, não é somente vamos ressuscitar, o caminho é mostrado por Marta, diante da morte é colocar a vida sobre o Cristo morto e ressuscitado, é isso que nos possibilita passar da morte para a vida, crer que pelo Espírito teremos vida, crer que essa ressurreição não começa após a morte, mas hoje, a partir do instante que estamos cheios de graça e de justiça, aí sim, a Espera no Senhor tem todo o sentido.


3º Esquema
E Jesus chorou, Deus se comove diante do sofrimento humano, o ser humano não é abandonado por Deus, ou visto por Ele de forma insensível, a comoção de Deus o faz voltar-se ao humano e dar-lhe vida plena, para que isso aconteça é preciso ter fé, fé que nos faz acreditar, que Cristo é a ressurreição e a vida, fé que nos viver no Espírito que nos faz viver eternamente. Isso é copiosa redenção.