segunda-feira, 3 de março de 2014

4º Domingo da Quaresma A

4º Domingo da Quaresma A

1.                  Informações básicas
- Cristo luz do mundo
- Oração –  Cristo realiza a reconciliação, que o povo vá à Páscoa exultando de fé.
- Leituras: 1 Sm 16, 1b.6-7.10-13a; Salmo 23 (22); Ef 5, 8-14; Jo 9, 1-41


2. Esquemas

1º Esquema
Jesus recria o olhar daquele que é cego de nascença, a lama em seus olhos, o homem é barro, é restaurada na piscina do Enviado, e aquele que agora vê pode testemunhar que num homem ele viu a salvação, o ungido, como na primeira leitura, não deve ser julgado pela aparência, pois o Senhor não faz acepção de pessoas, mas pela escolha de Deus. No homem Jesus devemos ver a salvação que vem até nós e pela graça que dele recebemos nossa humanidade passa a ver e somos então filhos da luz guiados pelo bom pastora das ovelhas.


2º Esquema
“É um profeta” (Jo 9, 17). O batismo lava a nossa humanidade e assim podemos ver em Jesus o salvador do mundo, o Ungido por Deus para a salvação da humanidade, e dar testemunho dele perante os homens, mesmo que isso nos leve a humilhação, porque aqueles que se prendem ao externo, fazendo acepção de pessoas não conseguem ver, nós devemos sempre buscar ver com o olhar de Deus. Aí sim, podemos “discernir o que agrada ao Senhor” e como ovelhas do bom pastor seguir sua voz.


3º Esquema
“Eu creio, Senhor” (Jo 9, 38). A nossa vocação batismal nos leva a ver no homem Jesus o Senhor, e podemos assim testemunhar perante todos, mesmo em meio a cegueira humana que Jesus Cristo é o Senhor, o reconhecimento de que somos cegos e que somente o Enviado pode nos fazer enxergar é primordial para não nos prendermos às aparências, vivermos na luz e cada vez mais reconhecer o pastor que nos guia em meio ao vale da morte.



3º Domingo da Quaresma A

3º Domingo da Quaresma A

1.                  Informações básicas
- A água viva
- Oração –  Na consciência da nossa fragilidade confortados pela misericórdia de Deus.
- Leituras: Ex 17, 3-7; Sl 94 (95) Rm 5,1-2.5-8, Jo 4, 5-42


2. Esquemas

1º Esquema
No nosso deserto quaresmal ansiamos pela água viva, mas como a Samaritana, muitas vezes não compreendemos o Dom de Deus, e o Senhor Jesus em sua pedagogia vai nos levando a compreender o Dom de Deus, a Água Viva que nos é dada para satisfazer toda a nossa sede de Deus, por isso de nós é pedido que não fechemos os corações como em Meriba, que estejamos de coração aberto para receber a água viva, o Espírito Santo derramado em nós pelo Batismo, e que nesta quaresma possamos reencontrar nossa vocação batismal e permitir que a água viva invada nossa vida.

2º Esquema
Os verdadeiros adoradores são aqueles que adoram em espírito e em verdade, para que isso aconteça é necessário abrir-nos à graça de Deus, ao Espírito derramado em nossos corações no Batismo, essa abertura não é uma única vez, e a quaresma é um convite para estarmos diante do Rochedo Espiritual, que é Cristo, e beber da água da vida, na total disponibilidade, e não fechar o coração a este dom. É por isso, que a esmola, o jejum e a oração neste deserto quaresmal nos ajudam na graça de Deus a abrir o coração ao nosso relacionamento com o próximo, conosco e com Deus.

3º Esquema
A paciente pedagogia divina não somente satisfaz às suas aspirações humanas, mas também as suscita. Jesus quer fazer aquela mulher crescer, a partir de sua disposição pessoal, quer levá-la a se modelar ao projeto de Deus, tornando-a uma testemunha do Reino (cf. Jo 4, 39). A mesma pedagogia Deus usa conosco, de tal modo que mesmo na nossa rebeldia no Deserto, pacientemente Deus vai nos conduzindo a uma compreensão mais profunda de nosso Batismo, para que justificados pela fé a paz com Deus possa cada ano crescer mais em nossa vida ouvindo a palavra do Senhor.

4º esquema
Não fecheis os vossos corações como em Meriba. Nossa vida é repleta de necessidades e se nos atermos e nos fixarmos nelas vamos perder nossa vocação batismal. Por isso, no seguimento de Jesus Crucificado necessitamos da graça que recebemos pelo Espírito que foi derramado em nós, Espírito que continua a ser derramado a cada dia, principalmente nesses dias de salvação que é a Quaresma. Que como a Samaritana, mesmo que presa ainda às necessidades físicas, possamos intuir a água vida e proclamar que Jesus é o profeta e também nós, associados a Ele, profetizar, para que todos possam dizer: “Já não cremos por causa das tuas palavras, pois nós mesmos ouvimos e sabemos que este é verdadeiramente o salvador do mundo” (Jo 4, 42).

2º Domingo da Quaresma A

2º Domingo da Quaresma A

1.                  Informações básicas
- A Palavra se manifesta no Deserto Quaresmal
- Oração –  A Palavra purifica o olhar da nossa fé para ver a Glória
- Leituras: Gn 12, 1-4; Sl 32 (33); 2 Tm 1, 8-10; Ev Mt 17, 1-9


2. Esquemas

1º Esquema
Jesus foi transfigurado (metemorfóthe) diante deles. Na subida a Jerusalém, diante das três colunas da Igreja, Jesus mostra sua divindade, sua forma humana fica translúcida para demonstrar sua divindade, nós hoje queremos na Quaresma que o olhar da nossa fé seja purificado pela Palavra de Deus ouvida para podermos ter a consolação de sua glória, para que a exemplo de Abrão sermos verdadeiramente obedientes e ir, e assim vivermos a vocação santa que nos é dada por Deus pela graça que o Senhor nos dá.

2º Esquema
Moisés e Elias conversam com Jesus que se manifesta, a Sagrada Escritura aponta para Jesus Cristo morto e ressuscitado na caminhada do nosso deserto quaresmal, somos convidados pois a ouvir a voz de Deus, somos vocacionados por Deus como Abrão a sair e caminhar segundo o chamado, de tal modo que a manifestação do Senhor em nossa vida nos leve verdadeiramente a viver a nossa vocação, por isso, rezamos com o Salmo, que a graça aumente em nós de acordo com a abertura que temos ao Senhor, e que essa abertura a Deus aumente nessa quaresma. 


3º Esquema
“Este é o meu Filho Amado, no qual eu pus todo meu agrado. Escutai-o” O Pai nos manda ouvir seu Filho amado, por isso somos convidados neste exílio quaresmal a obter a maior consolação possível que ter o Filho Amado do Pai a nos falar, ter sua companhia, de tal modo que exclamemos com São Pedro, Senhor é bom estarmos aqui, entretanto essa consolação não pode ser um entorpecente, mas um impulso vocacional como foi para Abrão, sai da tua terra, para ir onde a vocação chama, a manifestação de Jesus cristo, aquele que derrotou a morte, possa fazer já, hoje em nosso exílio quaresmal, fazer brilha a vida, e assim, podermos esperar confiantes no Senhor, que nos dá a salvação.

4º esquema
“Até que o Filho do homem tenha ressuscitado dos mortos...” o Cristo morto e ressuscitado é a chave das Escrituras, é Ele que mantém o diálogo com Moisés, é o Cristo que manifesta a voz do Pai e escutando-O que podemos verdadeiramente ser amados pelo Pai. O seguimento de Jesus não é algo forçoso, mas é o sentido de nossa vida como o foi para Abrão, sentido que o impulsionou a ouvir e partir, Cristo morto e ressuscitado nos revela o desígnio amoroso de Deus, sua graça que nos torna santos, graça que aumenta em nossa quaresma de acordo com o desejo de nos entregarmos em suas mãos e assim rezarmos com o salmista: Sobre nós venha, Senhor, a vossa graça, da mesma forma que em vós nós esperamos. 

1º Domingo da Quaresma A

1º Domingo da Quaresma A

1.                  Informações básicas
- o Espírito nos leva ao Deserto Quaresmal
- Oração –  Conhecer Jesus Cristo e responder ao seu amor por uma vida santa
- Leituras: Dt 11, 18.26-28.32; Sl 30, Rm 3, 21-25.28; Mt 7, 21-27


2. Esquemas

1º Esquema
o Espírito nos conduz ao deserto, como conduziu a Jesus, para sermos tentados, provados experimentar a limitação do mundo criado como o Povo de Deus no Deserto, a força do Espírito nos dará a graça de recusar o convite da serpente, de que o conhecimento basta para sermos felizes, recusar sempre de termos a Deus como um mentiroso. Que a graça que superabunda sobre todo pecado possa fortalecer o nosso coração e redescobrindo a graça do batismo nesse deserto quaresmal da nossa vida, possa não somente saber e conhecer, mas experimentar a piedade do Senhor.

2º Esquema
“Não só de pão vive o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus”. O nosso alimento é a Palavra de Deus, diante da aparência apetitosa dos frutos do conhecimento e do prazer, o ser humano deve buscar aquele alimento que permanece, a essência da vida que é o próprio Deus. Que nessa quaresma nosso coração possa ter a Jesus Cristo como alimento, conhecê-lo plenamente, esse conhecimento existencial é que nos plenifica como seres humano, os filhos de Eva, e receber o dom abundante da graça de Deus, e sentir na Páscoa eterna a alegria da Salvação.  


3º Esquema
“Não tentarás o Senhor teu Deus!”. No deserto quaresmal a nossa fé deve experimentar a todo momento que Deus cuida de cada um de nós, e não precisamos ficar testando o poder de Deus a todo instante. Essa tentação de ter a Deus em nossas mãos, nos faz desconfiar dele e ter a conseqüência desse pecado em nossa vida. Por isso, somos convidados a arrependermo-nos de nossos pecados, com um coração contrito, clamar pela sua misericórdia, para que possamos em Cristo, o novo Adão, ressuscitar de nossos pecados pelo poder amoroso de Deus.


4º esquema
“Adorarás ao Senhor teu Deus e somente a ele prestarás culto”. O ser humano anseia pelo reconhecimento dos outros, anseia ser adorado como Deus, para isso sonha sempre em ter os olhos abertos e ter o conhecimento de toda e qualquer realidade. Mas, o único conhecimento que nos é dado por Deus, no deserto, onde experimentamos nossa fragilidade humana, é  reconhecer que só Deus basta, somente a Ele prestaremos culto, somente Ele é o centro de nossa vida. Em Jesus  Cristo, no qual superabunda a graça, nosso pecado de sermos como Deus cessa. Que a penitência quaresmal, na qual reconhecemos nossa iniqüidade e que nosso pecado está sempre a nossa frente,  nos ensine a buscar o Único Necessário que é Deus através do conhecimento de Jesus Cristo. 

Quarta-feira de Cinzas

Quarta-feira de Cinzas

1.                  Informações básicas
- Jejum, Oração e Esmola autênticos
- Oração –  penitência que nos fortalece contra o mal.
- Leituras: Jl 2, 12-18; Sl 50; 2 Cor 5, 20-6,2; Mt 6, 1-6.16-18


2. Esquemas

1º Esquema
A esmola é o símbolo do meu relacionamento caritativo com o próximo, por isso esse relacionamento tem como objetivo único fazer o bem por amor a Deus, que é o conceito de caridade cristã, realizar esse tipo de ação com qualquer outro tipo de intenção é querer ser pago, é querer recompensa que não é Deus. Por isso, o rasgar o coração e que nessa quaresma reconheçamos que às vezes nossas intenções desviam-se de Deus no nosso amar. Por isso, que Deus crie em nós um coração puro, um coração com intenções corretas nesta quaresma.


2º Esquema
Não rezar para ser visto pelos homens, nosso relacionamento com Deus é no fundo do coração, é no nosso quarto interior, esse relacionamento intimo não deve ser causa de aparecer, de receber o aplauso dos seres humano. A nossa volta para o Senhor, nossa teshuvá, deve ser feita a partir de dentro. Devemos então, ouvir São Paulo que nos diz, deixai-vos reconciliar com Deus, nos reaproximar Dele, fica a critério de nossa liberdade. Nessa quaresma, nossa oração deve sempre nos auxiliar nessa volta e reaproximar de Deus, de tal forma que tenhamos a certeza a alegria de sermos salvos.


3º Esquema
O jejum nos faz experimentar que somos criaturas, somos seres humanos limitados, e nessa limitação, somos chamados a vermos que somos sombra que passa e que a única recompensa é Deus, por isso qualquer esforço não deve ser objeto de reconhecimento humano, mas de encontro com Deus, descobrir em nós a essência do que somos. O jejum verdadeiro é voltar-se para Deus, para que Ele se volte para nós, aí sim a quaresma se torna um tempo favorável, um tempo de reencontro com Deus e com os irmãos e aí preparar o louvor eterno da Páscoa.

4º esquema

Convertei-vos e crede no Evangelho, o experimentar-se como criatura que vai morrer nos deve fazer voltar para Deus, nos deve ter a Deus como o objeto de nosso jejum, oração e esmola, exclamemos: “Piedade, ó Senhor, tende piedade porque pecamos contra vós” e de tal modo que Ele acolha nosso arrependimento e nos perdoe e ao final dessa quaresma experimentemos a reconciliação com Deus para sempre na Páscoa eterna. 

8º Domingo do Tempo comum A

8º Domingo do Tempo comum A

1.                  Informações básicas
- Providência de Deus
- Oração – a paz na vida para servir na alegria.
- Leituras: Is 49, 14-15; Sl 62; 1 Cor 4, 1-5; Ev 6, 24-34.


2. Esquemas

1º Esquema
Ninguém pode servir a dois senhores, o nosso coração tem que estar uno em Deus, por isso toda preocupação (merimnate – mente dividida) deve desaparecer de nosso coração, para isso a confiança na Providência de Deus, Deus cuida de seus filhos e filhas, a certeza de que como uma mãe, jamais Deus vai deixar seus filhos abandonados, e é essa certeza que nos faz ter uma paz para servir, para sermos verdadeiros servidores de Cristo, até que, após um aprendizado de confiança em Deus nesta vida, repousaremos em Deus para sempre.


2º Esquema
Olhai os lírios do campo... A natureza como mestra, nos ensina que Deus mantém sua criação, a nós compete, primeiramente, já nos preparando para a Campanha da Fraternidade deste ano de 2011, entender a voz de Deus que emana na Criação, ver que ele cuida da sua obra, e se cuida assim dos lírios, cuidará de cada um de nós, essa fé, não é uma fé cega, mas uma confiança de um filho que sabe que sua mãe vai ao encontro de suas necessidades, confiança que desembocará no julgamento do Senhor, que dará a cada um o que é merecido, essa certeza de fé nos faz rezar: “Só em Deus a minha alma tem repouso, só ele é meu rochedo e salvação”. Só Ele.

3º Esquema
Olhai as aves do céu... Contemplas as aves que livres voam e vivem sob a misericordiosa Providencia de Deus, nos leva a querer sempre ser livres em Deus, para isso a confiança em sua providência nos deve levar a saber, que quanto mais buscamos o Reino de Deus e sua Justiça, a Providência D’Ele nunca falhará. Providência que fez Abraão confiar que Deus providenciaria um animal para o Sacrifício, Providência que nos faz confiar que Deus jamais nos abandonará. Confiança necessária para aqueles que são administradores dos mistérios de Deus, esse administrador deve ser fiel, deve ter a fidelidade a Deus e em sua Providência, assim, conduzimos uns aos outros ao Deus, que é nossa Rocha e nossa proteção.

4º esquema

Buscai o Reino de Deus e sua justiça e tudo (panta) vos será dado em acréscimo. A confiança em Deus  e em sua Providência que mantém a vida do mundo e a nossa, não é uma confiança cega e inconseqüente, de nós é exigido buscar o Reino e sua justiça, mesmo que não vemos essa justiça ainda atuar em meios aos pecados humanos, o ser humano é chamado a construir essa justiça, e a certeza da fé, é que Deus que nunca abandona seu povo, providênciará tudo o que é necessário para que a Obra do Reino se expanda, nesse processo a nós compete ser servidores fieis, servidores que confiam na justiça de Deus que no Dia da Manifestação triunfará sobre toda a infustiça, e naquele dia Deus que sempre foi nossa Rocha, será nossa Glória e Salvação para sempre. 

7º Domingo do Tempo comum A

7º Domingo do Tempo comum A

1.                  Informações básicas
- ser perfeito e santo é amar.
- Oração – conhecer o que é reto, para realizar a vontade de Deus.
- Leituras: Lv 19, 1-2.17-18; Sl 102; 1 Cor 3,16-23; Mt 5, 38-48.


2. Esquemas

1º Esquema
Amar os inimigos é desejar e fazer o bem a eles, mesmo que eles nos queiram o mal, desejamos pela nossa oração e fazemos pelos nossos atos o bem a eles, o ódio é banido, o amor que nunca é enganado (1 Cor 13) confia em Deus que ama a Deus e faz o bem a todos, essa é a sabedoria de Deus, pois o cristão não vê somente o momento presente, mas cada ato humano, inclusive dos inimigos é colocado sob a ótica da eternidade e da misericórdia de Deus, isto é realizar a vontade de Deus na própria vida. Pois Ele é bondoso e compassivo.

2º Esquema
Sede perfeitos como vosso Pai celeste é perfeito (teleios), essa completude que Deus é, é o amor. Por isso, a perícope sobre o amor aos inimigos é a perfeição do que Deus é. Muitas vezes a visão de santidade que se tem é um perfeccionismo orgulhoso de alguém que quer se mostrar a Deus e aos outros, pois o Senhor “conhece os pensamentos dos sábios, sabe que são vãos”, ser santos como Deus é, é amar o próximo como a si mesmo, o amor é a plenitude e a santidade de Deus, a qual conseguimos pela graça de Deus, nessa perspectiva seremos e proclamaremos a santidade de Deus, de Deus que é indulgente e favorável.

3º Esquema
Não enfrenteis quem é malvado, deixai que aquele que é malvado possa reconhecer na própria vida o que ele está fazendo. Mas isso não seria um pensamento passivo diante daquele que faz o mal.? Seria se a nossa relação fosse somente com o inimigo e se nossa intenção fosse apenas por conveniência, por isso, quem não resiste ao mal, como Ghandi na sua teoria da não violência, evidencia que no final Deus vencerá. Mas isso, não é base para uma pessoa ser omissa? Não, se ela o faz nessa perspectiva de que Deus é o juiz das consciência, e amar também repreender o próximo, e mostrando que é mal o que o outro faz. Mas isso não nos tira a responsabilidade de cuidar de nosso corpo e do corpo do outro como morada do Espírito, pois como na Segunda Guerra, não foi não violência que muitos fizeram diante do Nazismo mas omissão conveniente. Por isso, que sejamos como nosso Pai, perdoemos, amemos, e que Ele puna em proporção às Culpas e destrói quem macula o santuário de Deus.

4º esquema



Rezai por aqueles que vos perseguem. Assim nos tornamos como o Pai que faz o bem a todos, sejam bons ou maus. O nosso coração não aceita o mal, e se revolta perante ele, por isso o começo para cumprir o preceito de amar os inimigos é rezar por eles, sabendo que Deus como o Senhor das consciências vai, não somente no dia Final, mas também na História, realizar sua justiça. A perfeição de Deus que é amar, começa em nossa intercessão pelos que nos odeiam, ou por aqueles que nos fazem o mal. A santidade perfeita é esta, de tal modo que muitos chamam os cristão de utópicos, porque seria impossível tal atitude, mas confiamos no Deus que nos ordenou amar o próximo, e exemplo de São Paulo, não colocamos ninguém, nem amigo e nem inimigo, acima de Deus, porque no final, tudo é Dele e para ele voltará, e se somos de Cristo, e Cristo é de Deus, um dia voltaremos para Ele, definitivamente, e isso somente pode ser feito com um coração que ama. Por isso, peçamos que sejamos como nosso Pai que é bondoso e compassivo, não só tem bondade, é bondade, e é reto, que o Senhor nos ensine bondade e retidão, para sermos verdadeiramente santos como Ele é.