segunda-feira, 19 de agosto de 2013

21º Domingo do Tempo Comum C

21º Domingo do Tempo Comum C

1. Informações básicas
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- Oração – fixar os corações nas verdadeiras alegrias
- Is 66, 18-21; Sl 116; Hb 12,5-7.11-13; Lc 13,22-30.

1º Esquema
“Senhor, é verdade que são poucos os que se salvam?”... O começo da salvação é fazer a pergunta sobre a própria salvação, e ouvir sobre o esforço para crescer em direção a Deus, o que acontece hoje é que não há pergunta sobre a salvação, há uma indiferença com relação ao assunto, e diante dos problemas e correções do Senhor, simplesmente se evita a falar no assunto salvação, somos chamados como Isaías diante do retorno dos exilados, daqueles que sofreram na Babilônia a proclamar que Deus quer a salvação, a vida plena do ser humano, e que a nós é preciso começar a buscar a salvação, esse é o Evangelho, a boa nova trazida por Cristo.


2º esquema
“Fazei todo esforço possível para entrar pela porta estreita”. Esforçar, é no original grego, lutar para conseguir, é uma busca efetiva pela salvação, e para isso temos que deixar todo o nosso egoísmo que quer a porta larga para entrar com toda espécie de vícios, quereres, vontades egoístas, desapegar-se e permitir que o Senhor, como diz Hebreus, nos molde, nos corrija como um Pai que quer o desenvolvimento de seu Filho, aí poderemos entrar na festa dos povos, pois esta é a vontade do Senhor, uma grande festa de acolhida para aqueles que buscam sua face. Por isso, que todos os povos festejem a presença de Deus.  

3º esquema
“Afastai-vos de mim todos vós que praticais a injustiça!” Quem são os muitos que tentarão entrar e não conseguirão? Jesus dá a reposta, são aqueles que praticam a injustiça, por isso nada de ter uma visão de Deus como um juiz arbitrário e vingativo, é a nossa própria injustiça que não nos permite entrar em sua presença, por isso peçamos que o Senhor nos corrija como um Pai que educa seu filho para que ele cresça e aprenda a se relacionar em sociedade, Deus assim quer que sejamos, homens e mulheres adultos que saibam praticar a justiça, para que entremos na festa da eternidade de todos os povos, como na visão do profeta Isaías ao contemplar a volta dos exilados. Que a boa nova, o evangelho, da justiça seja pregado e aceito por todos os povos.  


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