domingo, 24 de fevereiro de 2013

3º Domingo da Quaresma C


3º Domingo da Quaresma C

1.                   Informações básicas
- Deus tem paciência conosco
- Oração –  Na consciência da nossa fragilidade confortados pela misericórdia de Deus.
- Leituras: Ex 3,1-8.13-15; Sl 102; 1Cor10,1-6.10.12; Lc 13,1-9.


2. Esquemas

1º Esquema
“Senhor deixa a figueira ainda este ano”... Somos pecadores e o tempo da quaresma quer nos lembrar disso, e o Senhor tem paciência conosco, torce por nós, quer nos dar o tempo necessário para que nossas decisões livres optem por Ele. Assim fez também como o povo de Israel, quer sua libertação total e convoca Moisés para a libertação, pois Deus desceu para libertá-los do jugo egípcio, porém a liberdade do Senhor é total, e essa paciência leva em conta nossas decisões, por isso como nos diz São Paulo, recordando que apesar de toda a libertação houve aqueles que murmuraram e morreram por causa disso, por isso aproveitemos o tempo favorável para irmos ao encontro de Deus que é bondoso e compassivo.

2º Esquema
“Se não vos converterdes, ireis morrer todos do mesmo modo”... O ser humano tem sede de notícias, quer saber das desgraças alheias para se sentir privilegiado, porém Jesus nos iguala, mostra que somos todos iguais, e que se pecarmos vai haver conseqüências mas só Deus pode nos julgar e não nós uns aos outros. Por isso, devemos aproveitar a paciência do Senhor para conosco, o seu desejo de que nos libertemos, para nesta quaresma nos voltar ao Deus que se revelou como o libertador a Moisés, e sempre estar atentos a nossa própria fragilidade, pois temos sempre a tendência a murmurar e morrer neste deserto quaresmal. Que o Senhor bondoso e compassivo nos perdoe toda a culpa e nos faça reerguer-nos de nossos pecados.


3º Esquema
“Pode ser que venha a dar fruto”... O Senhor quer de nós frutos de conversão, frutos da graça de Deus, do adubo colocado sob a figueira. Por isso, primeiramente devemos saber que somos todos seres humanos pecadores, e não nos julgarmos uns aos outros de acordo com as catástrofes acontecidas. Segundo, por outro lado, saber que o pecado tem conseqüências, porém Deus quer a nossa libertação de todo mal, Deus não quer condenar ninguém. A graça está a nossa disposição para podermos dar frutos, porém a qualquer momento podemos optar pelo mal como fez o povo que viu as obras de Deus e murmurou. Que esta quaresma nos lembre que Deus tem paciência, é bondade e compaixão, mas somos pecadores e precisamos decidir por Deus que se revelou a Moisés e em Jesus Cristo. 

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

2º Domingo da Quaresma C


2º Domingo da Quaresma C

1.                  Informações básicas
- A Palavra se manifesta no Deserto Quaresmal
- Oração –  A Palavra purifica o olhar da nossa fé para ver a Glória
- Leituras: Gn 15,5-12.17-18;Sl26; Fl3,17-4,1; Lc9,28-36.


2. Esquemas

1º Esquema
Jesus foi transfigurado diante deles. Na subida a Jerusalém, diante das três colunas da Igreja, Jesus mostra sua divindade, sua forma humana fica translúcida para demonstrar sua divindade, nós também queremos ser transformados, como nos diz São Paulo, que esse corpo humilhado se torne corpo glorioso, para isso temos que ter a fé de Abrão, fé na promessa de Deus e isso vai nos ser levado em conta de justiça, pois o Senhor cumpre a promessa. Confiar que um dia veremos a bondade do Senhor na terra dos viventes.

2º Esquema
Moisés e Elias conversam com Jesus que se manifesta, a Sagrada Escritura aponta para Jesus Cristo morto e ressuscitado na caminhada do nosso deserto quaresmal, aquele que nós morreu e ressuscitou, somos convidados pois a ouvir a voz de Deus, somos vocacionados por Deus como Abrão a oferecer um sacrifício de louvor, sacrifício de Aliança, mas reparemos que somente o fogo de Deus passa em meio aos animais partidos, pois com certeza o Senhor cumpre sua promessa, por isso nesse deserto quaresmal que o Senhor seja nossa luz e salvação, e que a esperança da ressurreição, do corpo glorioso, nos guie em nossa caminhada quaresmal.


3º Esquema
“Este é o meu Filho, o escolhido. Escutai o que ele diz.” O Pai nos manda ouvir seu Filho, por isso somos convidados neste exílio quaresmal a obter a maior consolação possível que ter o Filho do Pai, o escohido, a nos falar, ter sua companhia, de tal modo que exclamemos com São Pedro, Mestre  é bom estarmos aqui, entretanto essa consolação não pode ser um entorpecente, mas um alento a nos entregarmos à vontade de Deus em meio ao deserto da vida, a exemplo de Abrão que confiou na promessa da descendência dada por Deus, e isso lhe foi contado em justiça, que nossa fé na ressurreição nos conduza no deserto quaresmal, amigos da cruz de Cristo, sonhemos com o céu, onde o Senhor será para sempre nossa luz e salvação.


1º Domingo da Quaresma C


1º Domingo da Quaresma C

1.              Informações básicas
- o Espírito nos leva ao Deserto Quaresmal
- Oração –  Conhecer Jesus Cristo e responder ao seu amor por uma vida santa
- Leituras: Dt 26,4-10; Sl 90; Rm 10,8-13; Lc 4,1-13.


2. Esquemas

1º Esquema
O Espírito nos conduz ao deserto, como conduziu a Jesus, para sermos tentados, provados experimentar a limitação do mundo criado como o seu antepassado Jacó, e os seus decendentes, que como ovelhas perdidas foram para o Egito, foram escravizados, mas foram libertos pelo Senhor, da mesma forma cada um de nós percorrendo o deserto quaresmal, enfrentando as tentações do prazer, do ter e do poder,  professando que Jesus é o Senhor, enfrentar o demônio e por fim entrar na terra prometida. Que Deus permaneça conosco nesta caminhada quaresmal.

2º Esquema
Jesus cheio do Espírito Santo... Estar no deserto é encontro consigo mesmo, não sozinhos, mas repletos do Espírito Santo, para enfrentar as tentações do prazer, do ter e do prazer, caminhar como no credo judaíta na primeira leitura, proclamar que mesmo transviados pelos desertos, Deus nos conduzirá à terra prometida, pois Ele está perto de nós sempre que o invocamos.


3º Esquema
Aí foi tentatado pelo diabo...Jesus repleto do Espírito Santo é levado para o deserto e lá, experimenta a limitação humana da fome, de ser saciado sempre, do prazer, nesse combate diz que a saciedade maior é a Palavra de Deus. Diante de ter os Reinos em troca da adoração ao diabo, a idolatria no seu cume, Jesus coloca o ter maior que é adorar a Deus. E finalmente, na tentação da fé, do poder de Deus, Jesus demonstra o poder maior que é se submeter a Deus. Nós como descendentes do arameu errante, que é Jacó, também passamos por tentações na nossa travessia do deserto, Jesus nos precedeu, e confessando seu nome temos a certeza de que Deus está conosco e nunca nos abandona. “Em minhas dores, ó Senhor, permanecei junto de mim”!


sábado, 9 de fevereiro de 2013

Quarta-feira de Cinzas


Quarta-feira de Cinzas

1.                  Informações básicas
- Jejum, Oração e Esmola autênticos
- Oração –  penitência que nos fortalece contra o mal.
- Leituras: Jl 2, 12-18; Sl 50; 2 Cor 5, 20-6,2; Mt 6, 1-6.16-18


2. Esquemas

1º Esquema
A esmola é o símbolo do meu relacionamento caritativo com o próximo, por isso esse relacionamento tem como objetivo único fazer o bem por amor a Deus, que é o conceito de caridade cristã, realizar esse tipo de ação com qualquer outro tipo de intenção é querer ser pago, é querer recompensa que não é Deus. Por isso, o rasgar o coração e que nessa quaresma reconheçamos que às vezes nossas intenções desviam-se de Deus no nosso amar. Por isso, que Deus crie em nós um coração puro, um coração com intenções corretas nesta quaresma.


2º Esquema
Não rezar para ser visto pelos homens, nosso relacionamento com Deus é no fundo do coração, é no nosso quarto interior, esse relacionamento intimo não deve ser causa de aparecer, de receber o aplauso dos seres humano. A nossa volta para o Senhor, nossa teshuvá, deve ser feita a partir de dentro. Devemos então, ouvir São Paulo que nos diz, deixai-vos reconciliar com Deus, nos reaproximar Dele, fica a critério de nossa liberdade. Nessa quaresma, nossa oração deve sempre nos auxiliar nessa volta e reaproximar de Deus, de tal forma que tenhamos a certeza a alegria de sermos salvos.


3º Esquema
O jejum nos faz experimentar que somos criaturas, somos seres humanos limitados, e nessa limitação, somos chamados a vermos que somos sombra que passa e que a única recompensa é Deus, por isso qualquer esforço não deve ser objeto de reconhecimento humano, mas de encontro com Deus, descobrir em nós a essência do que somos. O jejum verdadeiro é voltar-se para Deus, para que Ele se volte para nós, aí sim a quaresma se torna um tempo favorável, um tempo de reencontro com Deus e com os irmãos e aí preparar o louvor eterno da Páscoa.

4º esquema

Convertei-vos e crede no Evangelho, o experimentar-se como criatura que vai morrer nos deve fazer voltar para Deus, nos deve ter a Deus como o objeto de nosso jejum, oração e esmola, exclamemos: “Piedade, ó Senhor, tende piedade porque pecamos contra vós” e de tal modo que Ele acolha nosso arrependimento e nos perdoe e ao final dessa quaresma experimentemos a reconciliação com Deus para sempre na Páscoa eterna. 

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

5º Domingo do Tempo comum C


5º Domingo do Tempo comum C

1.                   Informações básicas
- Vocação: Deus chama.
- Oração – só confiamos em vossa graça, protegei-nos.
- Leituras: Is 6,1-8; Sl 137; 1 Cor 15, 1-11; Lc 5, 1-11.


2. Esquemas

1º Esquema
“Avança para águas mais profundas”... Vocação é Deus quem chama, e não chama para nada, mas sim para uma missão específica. A característica daquele que é chamado é que escuta a voz do Senhor que chama, nessa obediência acata uma missão específica e Deus o constitui pela graça como seu enviado, como Jesus constitui Pedro, Tiago e João, as colunas da Igreja, como também purifica os lábios do profeta Isaías para ele proclamar a Palavra, bem como São Paulo é constituído missionário da Morte e Ressurreição do Senhor Jesus, da mesma forma cada um de nós deve ouvir a voz de Deus que chama e realizar a sua missão, assim prestamos a verdadeira adoração ao Senhor para que toda a terra reconheça que Deus é Deus.

2º Esquema
“Senhor, afasta-te de mim, porque sou um pecador!”... Um ingrediente fundamental no chamado é o reconhecimento da própria indignidade, não numa humildade falsa, mas reconhecer-se criatura diante de Deus e reconhecer que se somos vocacionados à missão o somos pela graça, como nos diz São Paulo, sou o que sou pela graça de Deus, nessa experiência sabemos que só Deus é que nos constitui na vocação, por isso é Deus purifica com a brasa do altar os lábios de Isaías para que este proclame as maravilhas de Deus, no mesmo sentido São Paulo reconhece-se indigno da missão, porque ele perseguiu a Igreja de Deus, por isso ele é um nascido para a missão fora do tempo (um aborto) um tirado a força para a missão. Também nós queremos encontrar e viver nossa vocação, mas reconhecendo nossa indignidade perante o chamado batismal, nos prostramos diante de Deus e com os anjos o adoramos.

3º Esquema
“De hoje em diante tu serás pescador de homens”... O mar é o símbolo maior do caos, que reconhecemos também no mundo, por isso São Pedro é constituído pescador de homens, ter a missão de tirar o homem do caos e levá-lo ao Reino de Deus. Diante do chamado, eles deixam tudo e seguem os passos de Jesus, para levar a muitos ao Reino, a disponibilidade é outra marca da vocação, da mesma forma Isaías ao ouvir o apelo do Senhor diante da missão, se prontifica: “Aqui estou! Envia-me”. São Paulo da mesma maneira por demonstra que trabalhou prontamente, junto com os outros apóstolos, para a salvação das pessoas. Que Deus nos dê essa prontidão para sermos discípulos missionários, e termos a ambição de que todos os reis e povos da terra, junto com os anjos no céu, louvem ao Senhor, nosso Deus.