segunda-feira, 30 de julho de 2012

18º Domingo do Tempo Comum B


18º Domingo do Tempo Comum B

1. Informações básicas
- Deus alimenta seu povo
- Oração – Inesgotável bondade de Deus na criação.
- Is 55, 1-3; Sl 144; Rm 8, 35.37-39; Mt 14, 13-21

Maná – (heb. man) o pão do céu ou a pergunta “o Que é?”

1º Esquema
“Eu sou o pão da vida” Jesus se apresenta como o verdadeiro maná, como aquele que vem para saciar toda e qualquer fome humana, toda a necessidade humana, necessidade que faz como na primeira leitura o ser humano reclamar contra Deus, e a reposta de Deus é o maná, o pão do céu, a mesma incredulidade Jesus encontra naqueles que procuram não o sinal de Deus, mas a simples satisfação da necessidade, por isso o nosso pensamento deve ser de homens novos que sabem ver os sinais de Deus em meio às limitações da vida.

2º esquema
“Senhor, dá-nos sempre desse pão”. A nossa limitação humana faz-nos gritar para Deus para satisfazer as nossas necessidades, podemos gritar murmurando, reclamando porque Deus não nos satisfaz, ou clamar a Deus por uma satisfação que vá ao centro de nossas necessidades, que o sinal de Deus pode indicar, que é a presença salvadora de Deus em nosso meio e hoje a Eucaristia, o nosso pensamento portanto, não deve ser de homens velhos que somente querem a satisfação das necessidades e a instrumentalização de Deus, mas de homens novos que lêem os sinais de Deus e buscam em meio às criaturas o próprio Deus, por isso peçamos que Deus nos dê o pão do céu.

3º esquema
“Estais me procurando não porque vistes sinais, mas porque comestes e ficastes satisfeitos”. Hoje vivemos numa época em que a frase “Pare de sofrer!” torna-se a regra, Jesus vai na contra mão disso, e exorta que devemos procurar o pão do céu sim, mas não somente para satisfação de pessoas que reclamam que viviam na escravidão mas tinham o que comer, mas que possam ver os sinais de Deus, a bondade de Deus em vir ao encontro da suas criaturas, somente o pão do céu, o próprio Jesus pode plenificar o ser humano e torna-lo novo de dentro para fora, por isso que a Eucaristia, a Palavra que se faz carne, torne-nos homens novos e plenos.

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