segunda-feira, 25 de junho de 2012

14 º Domingo do Tempo Comum B


14 º Domingo do Tempo Comum B

1.                  Informações básicas
- O profeta não é estimado em sua pátria
- Oração –  Dai aos que libertastes as alegrias eternas
- Leituras: Ez 2, 2-5; Sl 122; 2 Cor 12, 7-10; Mc 6, 1-6..


2. Esquemas

1º Esquema
 O profeta não é estimado em sua pátria... Os seres humanos não conseguem ver os sinais de Deus em sua própria vida, como diz o profeta Ezequiel há um coração duro no povo que impede de ouvir a Deus e ver seus sinais, e assim sendo não se submetem, da mesma maneira os conterrâneos de Jesus se prendem a humanidade de Jesus, aquilo que eles conheciam e não assumindo a própria fraqueza não conseguem ver a ação de Deus, portanto não tem fé, ter os olhos fitos no Senhor.

2º Esquema
E admirou-se com a falta de fé deles... Fé é entrega nas mãos de Deus, para isso ser feito temos que contemplar a Deus em nossa própria vida, na medida que nos apegamos às aparências não conseguimos ter fé por não “ver” a ação de Deus, por isso é necessário muitas vezes espinhos na carne, esbofeteamento de satanás para aceitando a própria fraqueza, aquebrantando corações possamos aí sim, a partir da nossa fraqueza deixar Deus agir em nós, experimentar a piedade do Senhor.

3º Esquema
“De onde recebeu tudo isso?” Como humanos que somos na nossa vida, percorrendo os anos, temos que transpor muralhas, isto é, ultrapassar as aparências humanas e ver a ação bondosa de Deus nos sinais de amor, das curas e milagres, porém nosso orgulho, a nossa autossuficiência provocam uma dureza de coração e uma cabeça dura que não se dobra perante Deus, por isso como São Paulo, devemos nos comprazer na fraqueza para que a graça de Deus habite em nós e assim podermos ter os olhos fitos no Senhor até que Ele tenha de nós piedade.   

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